sábado , setembro 23 2017
Breaking News

Recent Posts

Criminalista Eduardo Pizarro Carnelós assume defesa de Temer

Categoria: 

Justiça

Foto: Agência Brasil

Do Conjur

O presidente Michel Temer (PMDB) escolheu nesta sexta-feira (22/9) o advogado Eduardo Pizarro Carnelós para defendê-lo em nova denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República. O criminalista assume vaga deixada pelo colega Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, que anunciou sua saída por já ter defendido o financista Lúcio Funaro, que acusa o peemedebista de ter recebido propina.
 
Segundo o jornal Folha de S.Paulo, o novo defensor foi escolhido em uma lista de quatro pessoas sugerida pelo antigo advogado. De acordo com O Estado de S. Paulo, Mariz recebeu Temer e Carnelós em seu escritório na Avenida Paulista, em São Paulo, nesta sexta.
Imagens para texto

leia mais

Read More »

Um meio eficiente de intervenção militar pelo telefone, por José Carlos de Assis

Categoria: 

Artigos

Foto: Agência Brasil

Amigos meus que estão sinceramente transtornados com os rumos da economia e da política começam a considerar a hipótese de apoiar uma intervenção militar. Eu tenho os mesmos pressupostos deles, já que passamos pela mais profunda crise de nossa história produzida pelo poder civil entreguista, mas acho que, em termos de valores essenciais, a liberdade é um direito inviolável que não pode ficar ao sabor do guarda da esquina numa ditadura – como advertiu Pedro Aleixo a Costa e Silva sobre o AI5!

Fala-se muito em democracia, mas democracia é uma estrutura de governo que pode se adaptar a diferentes situações políticas. Liberdade é diferente. É um valor absoluto. Se perdemos a liberdade poderemos até promover desenvolvimento, mas jamais construiremos uma nação solidária, assim como uma perspectiva de felicidade. E liberdade é a primeira vítima de uma intervenção militar, pela própria natureza dos expedientes ditatoriais para a tomada e conservação do poder.

Imagens para texto

leia mais

Read More »

Observações sobre a polêmica militar, por Roberto Bitencourt da Silva

Categoria: 

Artigos

Foto: Agência Brasil

Amplos segmentos das esquerdas brasileiras contemporâneas pecam, lastimavelmente, pela absoluta falta de percepção sobre a questão nacional. Nisso se diferem radicalmente das esquerdas pré-1964. Uma limitação subjetiva que inibe tanto a capacidade de proposição programática, quanto a identificação de bases sociais, parceiros, aliados, adversários, inimigos.

Isso restringe a interpretação sobre a realidade do País. Uma realidade subdesenvolvida, econômica e tecnologicamente dependente do exterior. Realidade que se encontra em franco e tenebroso processo de reconfiguração aprofundada da subalternidade econômica, cultural e política frente às potências capitalistas; o sentido decisivo do golpe de Estado de 2016.

O capital, enquanto sistema regulador do mundo, opera basicamente com três importantes dimensões espoliadoras: as assimetrias entre povos e Estados nacionais (centro e periferia); as relações de exploração de classe, entre proprietários de meios de produção e circulação e assalariados, empregados, desempregados, subempregados, inempregáveis; exploração e uso de divisões de gênero, étnico-raciais, não raro em articulação às demais dimensões.

leia mais

Read More »

Meu país é rico, mas eu não posso ir à escola

LOLA HIERRO – Há 264 milhões de menores sem escolarização no mundo e dois terços vivem em países com recursos naturais abundantes. No início de setembro, cidades e vilarejos se enchem desde bem cedo de crianças sonolentas e nervosas que enfrentam seu primeiro dia de aula. Essa imagem tão habitual para alguns não é, de forma … Continue lendo »

Read More »

Gilmar Mendes mantém presos os irmãos Joesley e Wesley Batista

Categoria: 

Justiça
Foto: Agência Brasil
 
 
Por Andre Richter
 
Da Agência Brasil
 
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes negou hoje (22) o pedido de liberdade aos irmãos Joesley e Wesley Batista, donos da J&F, presos preventivamente na semana passada por uma decisão da Justiça Federal em São Paulo.
 
A soltura dos acusados foi decidida pelo ministro no caso em que os irmãos Batista são acusados crime de insider trading [informação privilegiada], sob a suspeita de usarem informações obtidas por meio de seus acordos de delação premiada, para venderem e comprarem ações da JBS no mercado financeiro.
Imagens para texto

leia mais

Read More »

Direito a decidir

"O direito a decidir" é agora o lema dos democratas espanhóis que não têm medo da vontade popular. Na verdade, a Catalunha só quer o que, por exemplo, a Escócia já teve.

Read More »

Coreia do Norte: Quem fala o que quer…, por Gustavo Gollo

Editoria

Política

Categoria

Internacional

Quando presidente, em seu estilo interiorano, José Sarney costumava se referir ao que chamava “liturgia do cargo”, uma espécie de autorrestrição, ou impedimento autoimposto para a execução de ações que envolvessem aspectos indignos. A restrição tinha o propósito de conferir ao presidente uma aura de magnanimidade, uma certa nobreza que, em contrapartida, obrigava seus interlocutores a manterem certa condignidade ao se dirigirem a ele. Havia sabedoria nesse procedimento, que certamente lhe poupou inúmeros constrangimentos.

Áudios

leia mais

Read More »

Condenação por chacinas de Osasco e Barueri soma mais de 600 anos

Categoria: 

Justiça
 
Por Elaina Patrícia Cruz
 
Da Agência Brasil
 
Os sete jurados que compõem o conselho de sentença decidiram hoje (22) condenar os dois policiais militares e um guarda-civil acusados de participação nas chacinas ocorridas nas cidades de Osasco e Barueri no dia 13 de agosto de 2015. Na ocasião, 17 pessoas morreram e sete ficaram feridas.
 
Os parentes das vítimas choraram durante a leitura da sentença. Já os dos réus reclamaram muito da decisão.
 
O policial Fabrício Emmanuel Eleutério foi condenado a pena de 255 anos, 7 meses e 10 dias de prisão. O também policial Thiago Barbosa Henklain Henklain recebeu sentença de 247 anos, 7 meses e 10 dias. O guarda-civil Sérgio Manhanhã foi condenado a 100 anos e 10 meses. As penas somam mais de 600 anos.
Imagens para texto

leia mais

Read More »

Se estamos sitiados, quais são as saídas? O que é emergencial?, por Franklin Jr

Categoria: 

Opinião

Enviado por Franklin Jr

“As coisas tangíveis tornam-se insensíveis à palma da mão.”

- Carlos Drummond de Andrade

No mar agitado da história, o Golpe de 2016 foi um divisor de águas, um verdadeiro rito de passagem para uma avalanche de permissividades destrutivas.

De tirar o fôlego e nos deixar a todos atônitos, os ataques ocorrem de maneira incessante e multilateral, conformando um quadro de verdadeira calamidade pública e principalmente de deterioração institucional.

O golpe foi cabalmente consumado quando os traidores domésticos, em consonância com forças deletérias estrangeiras, perceberam que o Brasil daria o pulo do gato, ou seja, daria um salto quântico em termos de soberania, de auto suficiência, de liderança regional, de alargamento e adensamento da espessura do Estado de Bem-Estar Social, dentre outros atributos de cunho socialmente emancipatório e transformador que ameaçavam o status-quo dos medíocres gananciosos.

Um exemplo deste salto seria por meio da utilização dos recursos do Fundo Soberano – que estariam assegurados pelo modelo de partilha da exploração do pré-sal, “maior jazida de óleo encontrada no século 21” [1], uma riqueza estimada em aproximadamente R$ 20 trilhões [2], isso mesmo, tri-lhões – os quais sedimentariam as condições para um incremento excepcional dos sistemas públicos de educação e de saúde nacionais no enfrentamento das desigualdades e na melhoria da qualidade de vida para toda a população.

leia mais

Read More »

O Brasil e a volta do Dominó de Botequim, por Rui Daher

Categoria: 

Opinião

Foto: Agência Brasil

"Meu senhor, minha senhora/Vou falar com precisão/Não me negue nessa hora/Seu calor, sua atenção/A canção que eu trago agora/Fala de toda a nação".

Agradeço a todos pela presença. Hoje é uma noite de alegria e esperança para todos nós. Por isso minhas primeiras palavras tirei de Geraldo Vandré, em “Ventania”, composta com Hilton Accioly para o disco “Canto Geral”, de 1968, época em que tantos de nossos heróis, mundo afora, tentaram trazer mais justiça e igualdade para este planeta.

leia mais

Read More »

As caravanas: para Chico e Camus, o mediterrâneo também é aqui

Categoria: 

Sociedade
Foto: Divulgação
 
 
 
Sugerido por Vania
 
Por Caio Jesuss Granduque
 
 
O lançamento recente de “Caravanas”, novo disco de Chico Buarque, provocou alvoroço à altura da grandiosidade da obra. Para além da algazarra catilinária presente nas redes sociais em virtude de um verso de “Tua cantiga”, um certo frisson tomou conta dos suplementos culturais dos jornais com o reconhecimento por inúmeros críticos musicais de que veio à luz mais um trabalho digno do gênio do artista.

leia mais

Read More »

Ex-ministro Eugenio Aragão detona milicos, “cura gay” e MBL

Mais uma vez o ex-ministro da Justiça Eugênio Aragão honra o Blog da Cidadania com um artigo exclusivo. Ele detona os últimos surtos de golpismo e obscurantismo que se abateram sobre o país sem abrir mão da serenidade habitual e necessária em momentos tão difíceis para uma nação. Vale a pena ler e refletir sobre o caminho que ele aponta.

Read More »

‘A única alternativa consequente ao que hoje vem ocorrendo no nosso país é a defesa da democracia como um valor permanente’


Uma crítica ao apoio equivocado de pessoas respeitáveis da esquerda e do pensamento democrático a um golpe militar que livrasse o país do golpista Temer e sua quadrilha de ratos.

Por Flávio Aguiar, na Rede Brasil Atual:

Golpe de estado progressista: uma ilusão à esquerda

Nos últimos dias cresceu a retórica em torno de um golpe de estado militar - o clássico - no Brasil. Para Moniz Bandeira seria uma alternativa protetora dos interesses nacionais diante do golpe de estado parlamentar, midiático, jurídico e policial perpetrado em 2016 para depor Dilma Rousseff e impedir a recandidatura de Lula em 2018. Há um argumento de peso deste lado: as instituições brasileiras - STF, Congresso, Executivo, et alii, padecem da metástase golpista. Esta se alastra junto ao baixo escalão: advogados querem o fim de exposições consideradas "degeneradas", como diriam os nazistas, deputados apresentam projetos proibindo a foice e o martelo ou obrigando emissoras públicas a transmitirem cantos evangélicos, o MBL protagoniza o fim de um exposição queer, o sacrossanto MASP cobre telas consideradas eróticas com pudicas e hipócritas cortina. O desvario é imenso.
Imaginar que um golpe militar poria fim a este desvario é, em si mesmo, parte do desvario. Imaginar que assumiria o poder um novo general Lott é outro desvario. Quem vai assumir, se tal ocorrer, é um correligionário do general Mourão. Ou do general Alberto Heleno que invectivou e culpou "o fracasso das esquerdas" pelo que está ocorrendo no Brasil. Como se tirar milhões de pessoas da miséria fosse um fracasso. Ou como se devolver outros milhões ao naufrágio na pobreza fosse um sucesso.
Dentro da esquerda, a tentação do golpe vem de longa data. Com o devido respeito aos militantes de antanho, ela data de 1935, e da tentativa de assaltar o poder mediante uma quartelada. Havia ali a inspiração do assalto ao Palácio de Inverno na então São Petersburgo, em 1917. A ideia da vanguarda conduzindo a bandeira da História. Mas não havia bandeira nem História, por mais que os personagens envolvidos fossem grandiosos e respeitáveis. Havia o equívoco de considerar que as "massas" escutariam "a voz da vanguarda". Mais ou menos, me desculpe a comparação ousada, como o histórico cachorrinho diante do gramofone da RCA.
Em suas memórias Agildo Barata gravou uma imagem indelével do grande Prestes, por quem tenho o maior respeito. Disse ele que ao encontrar-se com o Cavaleiro da Esperança em sua cela, em 1945, pouco antes de ambos serem libertados, deparou com um caderninho cuja capa era a de um livro de Auguste Comte. Dentro, traduções que Prestes fazia de máximas de Epicuro. Barata registrou que nunca esqueceu este conjunto ao pensar no líder inconteste do movimento comunista brasileiro: "máximas estóicas emolduradas por uma capa positivista".
O movimento positivista – que também inspirou Getulio e seus correligionários - tinha um componente autoritário que os liberais e boa parte da esquerda então confundiram com o fascismo de Mussolini – e que continua a inspirar as agitações da caserna até hoje. A caserna corrigiria o agito dos "paisanos", sejam os de esquerda, sejam os de direita, porque a caserna se situaria ao centro.
Este pensamento inspirou a retórica de 64, a "irreversível", a "redentora", que, com o mesmo ardor que cassou Goulart, o próprio Prestes, Brizola e outros, terminou por cassar Lupion  Ademar, Lacerda e Juscelino. Mas terminou construindo o pior regime que o Brasil já suportou, pelo menos até Temer e seus asseclas, com apoio jurídico, parlamentar e midiático, tanto lá como agora.
Achar que uma intervenção militar vai produzir algo diferente é uma ilusão grosseira, mesmo que venha de gente respeitável, como Moniz Bandeira (com quem estive numa mesa memorável sobre nacionalismo na SBPC de 1977). É não ver que a lógica  militar, entregue a si mesma, vai levar a mesma subordinação ao rolo compressor norte-americano protagonizada hoje por Temer, Moro, procuradores, Gilmar Mendes et caterva. Afinal, quem vai mandar no Atlântico?
A única alternativa consequente ao que hoje vem ocorrendo no nosso país é a defesa da democracia como um valor permanente. Devemos isto , nós de esquerda, ao país, e a nós mesmos, que lutamos, morremos e sobrevivemos por ela e por ele.


Ajude o Mello a tocar o blog. Faça uma assinatura. É seguro, rápido e fácil
Apenas R$ 10. Todos os cartões são aceitos. Você pode cancelar a assinatura a qualquer momento


Read More »

Kim Jong-um: ‘Vou fazer com que [Trump] pague caro pelo seu discurso de destruição total da Coreia do Norte’


Do The Guardian, publicado pelo meu amigo Hayle Gadelha no Facebook:

Discurso integral de Kim Jong-um, da Coreia do Norte, respondendo às ameaças que Trump fez na Assembleia Geral da ONU:

“TRUMP É VELHACO E SENIL”
“O discurso feito pelo presidente dos EUA na ONU, em circunstâncias graves, em que a situação na península coreana encontra-se tensa como nunca e está chegando mais perto de um estado de bate-e-corre, está despertando preocupação mundial.
Tentando imaginar o que ele diria, eu esperava que ele fizesse declarações estereotipadas e preparadas, um pouco do que ele tem feito em seu gabinete, no momento em que falasse diante do maior fórum diplomático oficial do mundo.
Mas, longe de fazer qualquer observação de qualquer poder persuasivo que possa ser visto como útil na redução da tensão, ele fez algo insensato e grosseiro, coisa que ninguém já ouviu de nenhum de seus antecessores.
Cachorros assustados latem alto.
Gostaria de recomendar a Trump que exerça prudência na seleção de palavras e considere de quem ele fala quando faz um discurso diante do mundo.
O comportamento mentalmente perturbado do presidente dos EUA expressa abertamente na arena da ONU a vontade antiética de "destruir totalmente" um estado soberano, além do limite de ameaças e mudanças de regime ou reviravolta do sistema social, faz com que aqueles com faculdade de pensamento normal pensem em discrição e compostura.
Suas observações me lembram de palavras como ‘leigo político’ e ‘herege político’ que estavam em voga em referência a Trump durante sua campanha presidencial.
Depois de assumir o cargo, Trump tornou o mundo inquieto através de ameaças e chantagem contra todos os países do mundo. Ele é despreparado para o comando supremo de um país, e ele é certamente um criminoso e um gângster que gosta de brincar com o fogo, e não um político.
Suas observações que descreveram a opção dos EUA através da expressão direta de sua vontade me convenceram, ao invés de me assustar ou me parar, de que o caminho que escolhi é correto e que é o que tenho que seguir até o final.
Agora que Trump nos negou a existência e insultou a mim e a meu país na frente dos olhos do mundo e fez a mais feroz declaração de guerra na história, que ele iria destruir a Coreia do Norte, consideraremos com seriedade exercer um nível mais alto de contramedidas da história, o de linha dura.
A ação é a melhor opção no tratamento do débil mental, aquele que, com dificuldade auditiva, está proferindo apenas o que ele quer.
Como um homem que representa a Coréia do Norte e em nome da dignidade e da honra do meu país e do meu povo, vou fazer com que o homem que mantém a prerrogativa do comando supremo nos EUA pague caro pelo seu discurso de destruição total da Coreia do Norte.
Esta não é uma daquelas expressões retóricas amadas por Trump.
Agora estou pensando muito sobre a resposta que ele poderia esperar quando permitiu que palavras tão excêntricas saíssem de sua boca.
Seja o que for o que Trump imaginou, ele enfrentará resultados além de suas expectativas.
Com toda certeza e definitivamente, domarei aquele perturbado mentalmente dos Estados Unidos com fogo".
Kim Jong-um


Ajude o Mello a tocar o blog. Faça uma assinatura. É seguro, rápido e fácil
Apenas R$ 10. Todos os cartões são aceitos. Você pode cancelar a assinatura a qualquer momento


Read More »