Confira alguns mitos e verdades sobre o Open Banking

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Com a proximidade do início da segunda fase do open banking estabelecida pelo Banco Central, muitas dúvidas e incertezas surgem na cabeça do consumidor e das empresas sobre os impactos e consequências do sistema.

Além de revolucionar a indústria financeira, o sistema promete gerar novas oportunidades de produtos e serviços.

Muito comparado ao PIX, fenômeno que já chegou a mais de 250 milhões de chaves cadastradas, o Open Banking pode significar crescimento e novas oportunidades para quem aderir ao sistema.

Pensando nisso, especialistas da Teros, empresa especializada em soluções tecnológicas para o open banking, comenta os principais mitos e verdades sobre essa novidade que promete revolucionar o mercado financeiro.

Mito

  • O consumidor ou empresas ficarão fragilizados em relação a exposição de seus dados

Verdade:

R: O efeito deverá ser contrário, pois agora de fato, o consumidor é dono de seus dados e somente a partir do seu consentimento, poderão compartilhar qualquer informação.

A regulação de Open Banking, bem como de LGPD, protege os consumidores e exige que cada transação de dados seja feita apenas sob o consentimento do usuário, de forma clara, transparente e com finalidades específicas.

Além disso, caso o consumidor tenha cedido seus dados e por qualquer motivo, não queira mais compartilhar, o seu banco tem obrigação de disponibilizar um serviço pelo app ou internet banking para que ele possa “ desistir” de compartilhar.

Mito

  • Haverá um maior volume de ofertas indesejadas  – ligações de telemarketing, e-mails, entre outros

Verdade:

R: O volume de ofertas deve aumentar, mas não deve ser de ofertas indesejadas, tendo em vista que as ofertas surgirão a partir do interesse do consumidor em liberar os seus dados para outros bancos ou fintechs de serviços que lhe interesse.

Sem dúvida, mais empresas irão se aventurar a prestar serviços financeiros e mais ofertas surgirão.

Então, cabe ao consumidor também estar mais atento aos “aceites” que dão, de forma que isso traga mais benefícios do que incômodos.

Mito

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  • O consumidor deixa de ser proprietário de suas informações pessoais

Verdade:

R: Ao contrário. Agora sim seremos os donos.

Antes eram dos bancos que tínhamos conta. O sistema tradicional, até então fechado, se abre para novas instituições e produtos, passa a conferir mais controle e autonomia, além de promover mais oportunidades de satisfação para os seus clientes.

Mito

  • Pode haver exposição da vida privada das pessoas com a troca de informações sobre compras, hábitos de consumo, locais que frequentam etc

Verdade

R:Tudo, de certa forma, que fazemos em nossos celulares, sites, GPS, tem um” tracking”. Mas open banking não é isso.

Trata-se do seu histórico financeiro que poderá ser compartilhado, quando quisermos, para uma finalidade que nos interesse. 

Mito

  • Uma vez disponível, o consumidor nunca mais terá controle dos seus próprios dados.

Verdade:

O seu banco tem obrigação de disponibilizar um serviço pelo app ou internet banking para que ele possa “ desistir” de compartilhar, editar um consentimento dado anteriormente ou mesmo revogá-lo.

Sobre a Teros

Há 15 anos no mercado, somos especialistas em desenhar estratégias de negócios baseadas em inteligência de dados. Resolvemos desafios complexos por meio de desenvolvimento de soluções eficientes, acessíveis, implementáveis e pautadas em tecnologia

  • Solução tecnológica completa de integração e governança de dados para open banking; 
  • Mais que um API, conecta negócios inteligentes, escalabilidade, segurança e governança de dados em uma única solução; 
  • Solução tecnológica própria;
  • Promove a governança dos dados transacionados com diferentes visões;
  • Cumprimento regulatório LGPD e outras regulamentações;
  • Gestão de riscos e definição de modelos de negócios;
  • Excelência da equipe.

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