quarta-feira , janeiro 17 2018
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A privatização da Eletrobras é coisa nossa, por Ronaldo Bicalho

Categoria: 

Energia


Foto: Divulgação

Por Ronaldo Bicalho

As propostas do governo Temer de privatização da Eletrobras e de mudança do modelo institucional do setor elétrico brasileiro representam, a princípio, uma retomada das reformas neoliberais dos anos 1990s. No entanto, a indústria elétrica no mundo hoje se encontra em um contexto completamente diferente daquele das primeiras reformas. Isto faz com que a extemporaneidade, diferentemente daquilo que aqueles que a propõem apregoam, seja o traço mais marcante da presente reforma brasileira do setor elétrico. Uma reforma fora do seu tempo e fora do seu lugar.

Em uma análise inicial, poder-se-ia situá-las no contexto maior do recrudescimento da globalização neoliberal em que a tentativa de acelerar o processo de liberalização dos mercados se traduz, no caso do setor elétrico, em reformas setoriais marcadas pela ausência de preocupações com os impactos econômicos e sociais da privatização de bens e serviços públicos.

 

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