terça-feira , janeiro 16 2018
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Eletricidade: o motor das cidades do futuro, por Renato Queiroz

Categoria: 

Energia

Enviado por Ronaldo Bicalho

Do Blog Infopetro

Eletricidade: o motor das cidades do futuro

por Renato Queiroz

O relatório “World Population Prospects- 2017 Revisions” (ONU 2017), divulgado em junho deste ano pelo Departamento dos Assuntos Econômicos e Sociais da ONU, apresenta novas revisões das projeções demográficas dos países. Os números nos levam a pensar. Até 2030, ou seja nos próximos 13 anos, haverá um acréscimo de 1 bilhão de indivíduos no mundo e a população global alcançará 8,6 bilhões. As projeções para 2050 chegam a mais de 11 bilhões de habitantes.

Em 31 de outubro passado, Dia Mundial das Cidades, o chefe do Programa das Nações Unidas para Assentamentos Humanos (ONU-Habitat) (1), Joan Clos, ressaltou a necessidade de discutir e repensar as novas formas de administração das cidades, com inovações, já que mais da metade da população mundial vive em áreas urbanas. Essa proporção deve atingir a 66 % em 2050, segundo a ONU. Vale destacar que, já em 2012, o Programa ONU-Habitat em seu relatório “Estado das Cidades da América Latina e Caribe” destacava que em 2020 a taxa de urbanização no Brasil deveria chegar a 90%.

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Quando a vaca ignora o brejo, por Ronaldo Bicalho

Categoria: 

Energia

Do Instituto Ilumina

Quando a vaca ignora o brejo

por Ronaldo Bicalho

No último fim de semana, o Estadão trouxe dois textos que sintetizam a pobreza de ideias que marca o debate atual sobre o setor elétrico brasileiro. A discussão é desanimadora e atinge a profundidade de um pires com água que uma formiguinha atravessa sem molhar os joelhos.

O primeiro deles, da jornalista Renée Pereira, aponta a preocupante perda de competitividade da indústria brasileira em função do aumento das tarifas de eletricidade, e o segundo, do consultor Adriano Pires, aborda a privatização da Eletrobras

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E a conta sobe, por Ronaldo Bicalho

Categoria: 

Energia

do Instituto Ilumina

E a conta sobe

por Ronaldo Bicalho

Operador Nacional do Sistema (ONS) já conta com o acionamento da bandeira vermelha nas contas de luz em outubro e novembro, devido ao agravamento da recessão climática em todo País. A medida visa a alertar o consumidor de que a falta de chuvas é um problema no Brasil inteiro – e não mais apenas no Nordeste – e que pode se prolongar.

Análise do ILUMINA: Não há surpresas. O sistema de reserva energética definha desde 2012, como pode ser visto no gráfico abaixo, onde a linha pontilhada é a média de 12 meses. O eixo vertical é o número de meses da carga. Hoje, temos de reserva o equivalente a 1,5 meses de consumo.

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A privatização da Eletrobras é coisa nossa, por Ronaldo Bicalho

Categoria: 

Energia


Foto: Divulgação

Por Ronaldo Bicalho

As propostas do governo Temer de privatização da Eletrobras e de mudança do modelo institucional do setor elétrico brasileiro representam, a princípio, uma retomada das reformas neoliberais dos anos 1990s. No entanto, a indústria elétrica no mundo hoje se encontra em um contexto completamente diferente daquele das primeiras reformas. Isto faz com que a extemporaneidade, diferentemente daquilo que aqueles que a propõem apregoam, seja o traço mais marcante da presente reforma brasileira do setor elétrico. Uma reforma fora do seu tempo e fora do seu lugar.

Em uma análise inicial, poder-se-ia situá-las no contexto maior do recrudescimento da globalização neoliberal em que a tentativa de acelerar o processo de liberalização dos mercados se traduz, no caso do setor elétrico, em reformas setoriais marcadas pela ausência de preocupações com os impactos econômicos e sociais da privatização de bens e serviços públicos.

 

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A privatização e a luta de todos contra todos

Categoria: 

Crise

Sugestão de Ronaldo Bicalho

Do Canal IE

No sétimo episódio da série Diário da Crise, do Canal IE, Eduardo Costa Pinto, professor do Instituto de Economia da UFRJ, analisa a privatização da Eletrobras sob a ótica do agravamento do processo de desestabilização institucional vivido pelo país.

 

 

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O polvo perverso e seus muitos tentáculos, por Roberto Pereira D’Araujo

Categoria: 

Energia

Enviado por Ronaldo Bicalho

do Instituto Ilumina

O polvo perverso e seus muitos tentáculos

por Roberto Pereira D’Araujo

O momento que o país está passando é de extrema gravidade e, sob o ponto de vista de outros setores essenciais como saúde, segurança, educação e transporte, a questão da Eletrobras perde importância. Mas, o ILUMINA pede licença a seus acessantes para, aqui, se dirigir aos que pensam que a Eletrobras não serve para nada, é cabide de emprego e “tem mais que privatizar tudo mesmo”. Se você conhece alguém que pensa assim, mande esse link, pois o enfoque não se limita a esse assunto.

A figura abaixo ilustra nossa situação. Podem cortar um tentáculo, pois o polvo malvado tem muitos outros.Enquanto nos distraímos cortando braços, o cérebro continua imaginado malícias. É preciso reconhecer que, na realidade, o polvo não precisa de uma estatal para conceder isenções fiscais ou atender interesses privados.

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Setor elétrico: às favas os escrúpulos e o futuro, por Ronaldo Bicalho

Categoria: 

Energia

Setor elétrico: às favas os escrúpulos e o futuro

por Ronaldo Bicalho

O objetivo principal da privatização da Eletrobrás é resolver problemas de natureza fiscal do Governo. Responder aos graves problemas do setor elétrico brasileiro não está entre os fatores principais que geraram essa proposta. Não foi para enfrentar as nuvens pesadas que despontam no horizonte elétrico brasileiro que se deu esse movimento, mas para tentar sobreviver à tempestade diária na qual os atuais mandatários do país estão metidos. Aqui, não são os ditames de longo prazo, que tradicionalmente estruturam os grandes movimentos do setor elétrico, que mobilizam as ações, mas o exercício da fé dos desesperados que ao final da jornada murmuram agradecidos: obrigado Senhor por mais um dia.

Portanto, não se deve dar a determinadas propostas um tamanho que elas não têm. Tampouco, levar em conta afirmações de autoridades que não merecem ser levadas em conta. As coisas devem ser avaliadas pelo tamanho que elas têm. O resto é o velho armazém de secos e molhados.

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Um panorama sobre o desenvolvimento chinês

Categoria: 

Ásia/Oriente

Enviado por Ronaldo Bicalho

Do Canal IE

Neste seminário, um conjunto de pesquisadores qualificados discutem os grandes desafios representados pelo desenvolvimento chinês.

Ao longo de seis mesas temáticas, 17 vídeos, esse debate propicia uma oportunidade rara de se conhecer um pouco mais sobre o enigma chinês.

Mesa 1: Economia Política da China: Padrões de Acumulação e Novas Tensões

Isabela Nogueira, Instituto de Economia, UFRJ

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A reforma elétrica e a sua visão simplória do mercado elétrico, por Ronaldo Bicalho

Categoria: 

Energia

do Instituto Ilumina

A reforma elétrica e a sua visão simplória do mercado elétrico

por Ronaldo Bicalho

A nova reforma do setor elétrico brasileiro proposta pelo Governo está delineada em uma nota técnica do Ministério de Minas e Energia que consta de um processo de consulta pública atualmente em curso.

No cerne dessa proposta encontra-se a aposta na liberalização do mercado elétrico brasileiro de maneira a permitir a operação plena dos mecanismos de preço e o exercício da gestão individual dos riscos. Para viabilizar essa virada em direção ao mercado livre e a descentralização das decisões, garantindo a sustentabilidade da expansão do sistema elétrico, recorre-se à introdução de uma separação entre lastro e energia de forma a compatibilizar competição e confiabilidade; um dos grandes problemas desse tipo de reforma.

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Setor elétrico: o desastre anunciado, por Ronaldo Bicalho

Categoria: 

Crise

do Instituto Ilumina

Setor elétrico: o desastre anunciado

por Ronaldo Bicalho

Diante da ameaça de uma nova reforma do setor elétrico cabe lembrar que, assim como o futebol, o setor elétrico não aceita desaforo. Tal qual a bola, o KW pune. Como um enigma, o setor elétrico atravessou os tempos devorando aqueles que não foram capazes de decifrá-lo.

Thomas Edison foi capaz de entender a natureza sistêmica do conjunto formado pelas atividades de geração, transporte e uso de eletricidade. No entanto, não foi capaz de lidar com os desafios que essa natureza impunha ao desenvolvimento desse conjunto.

Para isso foi necessária a genialidade de Nikola Tesla, que plantou as bases sólidas sobre as quais o setor elétrico, tal qual o conhecemos, foi erguido.

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