terça-feira , agosto 22 2017
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Uma ponte para o futuro, por Janderson Lacerda

Categoria: 

Crônica

Uma ponte para o futuro

por Janderson Lacerda

Atravessei uma ponte para o futuro e desembarquei em 1532 na tribo Guaianás. No centro da tribo estava um homem barbudo e esguio, usando chapéu engraçado, sem camisa e com um chicote na mão, bradava o tempo inteiro contra os índios. De gestos bruscos e palavras ríspidas o homem, conhecido por João Ramalho, entregou todos os guaianás para Martim Afonso que prometeu trocá-los por ouro e especiarias.

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Oración del remanso, uma das mais belas canções do continente

Categoria: 

Música
Luis Nassif

Ouvi pela primeira “Oracion del remanso” aqui em casa, em um sarau, pelo duo Renato Braz e Thamires Tannous. Inesquecível! Uma das mais belas canções já compostas no continente.

É de Jorge Fandermole, que nasceu em Pubelo Andino em 1956, mas que se mudou para a cidade que meu pai nasceu, Rosário, um santuário da melhor música argentina, terra de Ariel Ramires, Gustavino e tantos outros craques.

Aqui, uma seleção de gravações da música. Mas, adianto: nenhuma chega aos pés de Renato Braz. Donde concluo que não é apenas o maior cantor brasileiro, mas latino-americano. A capacidade de Renato de assimilar o estilo de canto de qualquer gênero, e de cantar uma típica canção argentina melhor do que os vizinhos, é espantosa.

 

E aqui, com Renato

 

Letra

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Titulares do Ritmo, os cantores cegos que maravilharam o Brasil

Categoria: 

Música
Luis Nassif

Um dos melhores conjuntos vocais brasileiros foram os Titulares do Ritmo, um sexto formado por Francisco Nepomuceno de Oliveira, o Chico - Fortaleza, CE, 1927 - Líder, compositor, arranjador, violonista e pianista. Geraldo Nepomuceno de Oliveira - Fortaleza, CE - 1931 - Cantor e violonista. Domingos Ângelo de Carvalho - Moeda, MG - 1921 - Cantor. João Cândido Brito - (...), segundo dados do Dicionário Cravo Albim.

A fase áurea foi nos anos50 e 60, quando gravaram o hit “A taça do mundo é nosso”. Mas o sucesso perdurou até os anos 70. Naqueles tempos, plena ditadura, lançaram um LP com paródias divertidíssimas de músicas conhecidas.

Nos anos 80 ainda cruzei com um deles no Conjunto Nacional. Mas nem sei por onde andam os sobreviventes.

Aqui dois exemplos másculos dos craques que foram:

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Olha que baita interpretaçào  de “Onde o céu é mais azul”

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