terça-feira , fevereiro 20 2018
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Imprensa

Lula: mídia não poderá manipular eleições como fez nos anos 1990

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Eleições
 
Jornal GGN - Candidato virtual ao Palácio do Planalto em 2018, o ex-presidente Lula disse nesta segunda (31), durante o lançamento de uma plataforma colaborativa de construção de plano de governo, que a imprensa nãao terá condições de manipular a disputa eleitoral como fez nos anos 1990. Isso porque a internet permite não só o desmonte dos factóides criados pela mídia, mas também porque provem um outro canal de comunicação ao PT, que não tem tido espaço na cobertura dos veículos tradicionais.

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A imprensa e a construção do inimigo interno, por Fábio de Oliveira Ribeiro

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Sociedade

A imprensa e a construção do inimigo interno

por Fábio de Oliveira Ribeiro

A Constituição de 1967, emendada em 1969, garantia a integridade física e moral do detento. A regra não se aplicava aos acusados de serem comunistas, pois eles eram torturados e até mortos pelos agentes da ditadura militar.

O moinho do mundo girou e ganhamos uma nova Constituição em 1988. Ela garante o princípio da legalidade, a presunção de inocência e o devido processo legal. Mas José Dirceu foi condenado e preso porque não provou sua inocência e Lula foi obrigado a recorrer de uma sentença condenatória que o responsabilizou por receber, a título de propina, um imóvel cuja posse e propriedade ele nunca teve. Todos os bens legitimamente de Lula foram bloqueados, menos o Triplex objeto de crime (pois o imóvel estava e está em nome do seu verdadeiro proprietário).

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Sobre os prodígios em Roma e no Brasil, por Fábio de Oliveira Ribeiro

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Opinião
Foto AFP

Sobre os prodígios em Roma e no Brasil

por Fábio de Oliveira Ribeiro

Por volta de 2001 resolvi ler e fazer anotações sobre a obra Abe Urbe Condita Libri, Tito Lívio, que havia comprado alguns anos antes. Sempre que algo me chama a atenção retorno àquela monumento da historiografia antiga. Foi o que ocorreu hoje, quando vi o vídeo de uma cabra que nasceu com um olho só na India. Imediatamente lembrei-me dos prodígios relatados pelo escritor romano.

Ao longo de sua obra Tito Lívio narra vários prodígios (chuvas de terra, de carne e até de sangue, nascimentos de animais e crianças deformadas, fenômenos luminosos estranhos, estátuas que choram, ilhas que nascem, epidemias desconhecidas, fantasmas que aparecem vestidos de branco, altares que levitam,  raios que atingem templos, muralhas e monumentos públicos, etc…) de maneira burocrática. Muitas vezes ele credita os prodígios à credulidade popular. Mas ao final de sua obra ele faz uma curiosa preleção sobre seu trabalho sobre os registros destes episódios:

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Paulo Rabello de Castro e o jornalismo do senso comum

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Mídia
Luis Nassif

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Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Uma das grandes pragas dessa era das redes sociais é o opinionismo desenfreado. Todos têm opiniões taxativas sobre tudo, pouco importa o grau de complexidade do tema e de desinformação do autor.

Desde os anos 90, teve início essa praga do populismo do colunismo. Em vez de explicar, interpretar, atender às dúvidas dos leitores, o colunista se colocava no mesmo nível do leitor, com as mesmas indignações e o mesmo nível de ignorância. É o chamado colunismo do senso comum.

A maneira como uma colunista da Folha ataca Paulo Rabello de Castro, no artigo abaixo, é significativa da ditadura do pensamento leigo, justamente onde deveria estar o escrito especializado.

Sem respostas

Paulo Rabello de Castro, presidente do BNDES há pouco mais de um mês, fala muito mas diz pouco. O economista é loquaz na defesa política do governo Temer e evasivo nas explicações substantivas sobre as operações do banco. A verborragia de Rabello já levou dois diretores a pedir demissão.

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Moro, que vazou grampo à Globo, nega ter “influenciado” a imprensa contra Lula

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Justiça
Cíntia Alves

Foto: Agência Brasil

 

 

Jornal GGN - Na sentença em que condenou Lula a 9 anos e meio de prisão no caso triplex, Sergio Moro negou que tenha utilizado parte da grande mídia para ajudar a força-tarefa a liquidar o direito à presunção de inocência do ex-presidente.

 

O juiz - que às vésperas do impeachment alimentou a Globo com grampo posteriormente anulado pela Suprema Corte, de conversa entre Lula e a então presidente Dilma Rousseff - disse na sentença do triplex que "não controla e não pretende controlar a imprensa, nem tem qualquer influência em relação ao que ela publica."

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Como a Globo manipulou estudo que (não) diz que Globo é confiável, por Miguel Arbache

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Mídia

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Imagem: Reprodução

Por Miguel Arbache, no Portal LN

O Jornal Nacional (1) de quinta-feira (29/06/2016) deu destaque para um estudo feito pelo Instituto Reuters – Universidade de Oxford – sobre a “confiança (sic)” do público em relação a mídia e que “o foco (sic) é a confiança do público numa época de notícias falsas, as fake news”. 

Mais uma vez, a Globo contou uma meia-verdade que deixa no ar uma meia-mentira. Para começar, o estudo (anual) é sobre o mercado de notícias. Na introdução do estudo - 136 páginas em formato PDF (2) - publicado este ano, o diretor David Levy diz que o escopo são as preocupações sobre o financiamento do jornalismo no tempo em que as organizações de jornalismo se deparam com as novas plataformas de notícias – e que este estudo trata 'também' das “fake news” (notícias falsas). Assim, é rebaixar demais o sentido e a abrangência do estudo deixando o telespectador entender que ele só faz medir a confiança do público em relação ao veículo X ou Y no contexto da praga das fake news.

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Procuradores da Lava Jato tentam chantagear Raquel Dodge

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Justiça
 
Jornal GGN - Por um resultado acirrado entre os 578 votos dos procuradores da República que garantiram a Raquel Dodge o segundo posto na lista tríplice e os 621 do sucessor de Rodrigo Janot, Nicolao Dino, os seguidores de Janot na Lava Jato, existente graças ao corporativismo estabelecido pelo então procurador-geral, ameaçam agora abondonar a força-tarefa com a nomeação de Dodge ao comando do Ministério Público Federal (MPF).
 
E o movimento foi liderado por Janot, segundo reportagem da revista Época. O procurador-geral estaria debelando o esvaziamento da Lava Jato, com o anúncio do presidente Michel Temer de nomear sua concorrência ao posto. Sendo verdade ou não, o texto assinado por Diego Escosteguy publiciza uma suposta indicação de que a nova procuradora da República seria contra as investigações da força-tarefa. 
 
Um dos gestos explícitos da publicação foi repetir o que os jornais venderam nas últimas semanas, de que a atual subprocuradora teria relações de proximidade com o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, de Torquato Jardim, de peemedebistas como Renan Calheiros, José Sarney e Osmar Serraglio. E que, portanto, poderia blindar o avanço das apurações da Justiça.

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Saiu na Mídia: Confira a repercussão do 55º CONUNE na imprensa

O 55º Congresso da União Nacional dos Estudantes (UNE) movimentou a cidade de Belo Horizonte entre os dias 14 a 18 de junho e ganhou as manchetes das principais mídias do Brasil. O sucesso do 55° CONUNE ultrapassou os limites da UFMG e do Mineirinho, em Belo Horizonte, e foi destaque na mídia mineira e nacional com perfis da até então presidenta Carina Vitral e da nova líder estudantil Marianna Dias. Reportagens também especiais sobre o III Encontro Nacional dos Leia mais »

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Da Primavera Árabe ao Brasil, como os EUA atuam na geopolítica

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Análise
Entrevista: Luis Nassif e Patricia Faermann
 
 
Jornal GGN - Mais de cinco anos se passaram desde o início dos protestos no Oriente Médio, que ficaram conhecidos como Primavera Árabe. As revoltas foram desencadeadas contra presidentes que estavam entre 20 e 40 anos no poder. Mas as condições para os conflitos tinham motivações sociais: alto desemprego e economias estagnadas. Terreno ideal para o incentivo norte-americano, estrategista no investimento de milhões de dólares na disseminação de sua ideologia. 
 
Zine al-Abidine Ben Ali estava há mais de 20 anos no poder da Tunísia, Hosni Mubarak há 30 no Egito, Muammar Khadafi governou a Líbia por 42 anos, e Bashar al-Assad sucede o governo de 30 anos de seu pai na Síria, país que até hoje é palco de guerra civil, obrigando ao deslocamento de boa parte de sua população, agora na condição de refugiados pelo mundo. 
 
Mas não foi pelo meio bélico que os Estados Unidos defendeu seus interesses nos países orientais em 2011. A essa outra forma de "ataque", o estrategista militar norte-americano Thomas Barnett denominou antecipadamente "sistemas administradores", na apresentação da Technology, Entertainment, Design (TED) 2005, intitulada "The Pentagon’s New Map for War & Peace". O "ataque" é efetivado em países alvos de desestabilização econômica ou social, e ocorre por meios de comunicação, jornais, ONGs, redes sociais, ativistas, empresários, organizações.
 
Se condições similares são encontradas, atualmente, no Brasil, há quem defenda que não são coincidências. 
 
Para entender como a geopolítica dos Estados Unidos atua, o GGN conversou com o cientista político Luiz Alberto Moniz Bandeira, autor de mais de 20 obras, entre elas "A Segunda Guerra Fria - Geopolítica e dimensão estratégica dos Estados Unidos" (2013, Civilização Brasileira). Aos 80 anos, lança mais um livro em maio deste ano, "A Desordem Internacional".
 
"A crise hoje no Brasil é dimensionada de forma tão absurda como está ocorrendo porque os Estados Unidos não admitem a emergência de outra potência na América do Sul", afirmou. O pesquisador trouxe detalhes de como instituições norte-americana trabalham: "não é somente a CIA. (...) As ONGs, financiadas pelo dinheiro oficial e semi-oficial, como a USAID e a National Endowment for Democracy, atuam comprando jornalistas, treinando ativistas. O programa da Primavera Árabe foi elaborado, ainda, no tempo de George Bush", contou. E acredita que o mesmo está sendo feito no Brasil.
 
Acompanhe a seguir e nos vídeos alguns trechos da entrevista:
 

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