sexta-feira , dezembro 15 2017
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Coreia do Norte: Quem fala o que quer…, por Gustavo Gollo

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Política

Categoria

Internacional

Quando presidente, em seu estilo interiorano, José Sarney costumava se referir ao que chamava “liturgia do cargo”, uma espécie de autorrestrição, ou impedimento autoimposto para a execução de ações que envolvessem aspectos indignos. A restrição tinha o propósito de conferir ao presidente uma aura de magnanimidade, uma certa nobreza que, em contrapartida, obrigava seus interlocutores a manterem certa condignidade ao se dirigirem a ele. Havia sabedoria nesse procedimento, que certamente lhe poupou inúmeros constrangimentos.

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