segunda-feira , janeiro 22 2018
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“Cabeça branca” é preso pela PF

No site da PF Operação Spectrum prende “barão das drogas” mais procurado pela PF 01/07/2017 Londrina/PR – A Polícia Federal deflagrou hoje (1º) a Operação Spectrum para desarticular organização criminosa transnacional especializada em tráfico internacional de drogas e lavagem de dinheiro, comandada por Luiz Carlos da Rocha, conhecido por “Cabeça Branca” um dos traficantes mais procurados pela Polícia Federal e Interpol na América do Sul, considerado como um dos “barões das drogas” do Brasil ainda em liberdade, com condenações proferidas pela Justiça Federal que somam mais de 50 anos de prisão. Cerca de 150 Policiais Federais cumprem 24 mandados judiciais, […]

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Para Janot, seria preciso “prova satânica” para ligar definitivamente Temer a mala de Loures

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Crise
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Foto: Geraldo Magela/Agência Senado
 
Jornal GGN - Durante evento realizado neste sábado (1), o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, respondeu às críticas sobre sua denúncia contra o presidente Michel Temer, afirmando  que seria necessária uma “prova satânica, quase impossível” para comprovar definitivamente a ligação entre a mala de Rodrigo Rocha Loures e o presidente da República. 
 
Para o PGR, ninguém “passa recibo” para este tipo de crime, e por isso é difícil ter a prova cabal para associar Temer à propina. Por isso, é necessária “apresentar indícios fortes” que mostrem a ligação entre o denunciado e a atividade ilícita, argumentou Janot durante debate em Congresso da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji). 
 
No evento, Janot também comentou sobre a escolha de sua sucessora, Raquel Dodge, que ficou em segundo na lista tríplice da PGR. "O importante é o nome ser escolhido dentro da lista, e isso ele [Temer] fez."

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Historiador analisa guerra suja midiática que destruiu o país

No Jornal GGN Não se engane: é primavera no Brasil!, por Francisco Carlos Teixeira SAB, 01/07/2017 – 14:15 por Francisco Carlos Teixeira da Silva ​ Muitos brasileiros tinham esperança, ou ao menos expectativas, na atuação da Justiça. Mesmo sabendo que os tribunais brasileiros são lentos, formais e que se expressam num leguleio que poucos entendem – mesmo assim! – esses brasileiros tinham esperanças. Não podíamos crer, materializar, o dito antigo de que a Justiça no Brasil é feita – e com dureza! – apenas para ladrão de galinhas. “Para os amigos tudo, para os inimigos a Lei!”. Nem muito menos […]

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Juristas apontam casuísmo do STF em decisão em favor de Aécio

Eu acho que casuísmo é uma palavra fina, elegante, para significar o que o povão chama de… safadeza. E a Carmen Lucia ainda fala que a instituição ouvirá o “clamor por justiça”… O único “clamor” que o STF ouve, ministra, é o gritinho histérico dos colunistas da Globo e seus patinhos amestrados de camisa verde e amarela. *** No Justificando Juristas apontam casuísmo em decisão acertada do STF em devolver mandato a Aécio Nesta sexta, 30, o ministro do Supremo Tribunal Federal Marco Aurélio, em decisão monocrática, reconsiderou a decisão do ministro Edson Fachin após redistribuição do processo e restabeleceu […]

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As memórias de Getúlio narradas por sua filha Alzira

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História

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Foto: FGV/CPDOC

Publicado por Celina Vargas Amaral Peixoto

“GETÚLIO VARGAS, MEU PAI” de ALZIRA VARGAS DO AMARAL PEIXOTO, 2017. 

Tanto em 1945, quanto em 1954, tínhamos condições para resistir, mas G. V. não o quis. Em 45 fez exatamente o que sempre aconselhava–me a não fazer; “ Não se cutuca onça com vara curta” Ele cutucou, provocando a própria deposição e proibindo qualquer reação. A 19 de Abril de 45 respondendo a um apelo que lhe era feito para que se candidatasse, ao em vez de apoiar o Gen. Dutra, declarou: “ Pela primeira vez estou diante de um dilema e não sei qual é o meu dever. Se aguento um pouco mais, para vencermos a Paz, pois a guerra já vencemos, reconstitucionalizo o país e o entrego ao meu sucessor, indo aproveitar este restinho de vida, ou se renuncio agora, largo tudo, jogo na cara deles este governo que eles pensam que é tão bom. Estou enojado, mas hesito, porque sei que deixo atrás de mim um rastilho de pólvora”.

O trecho acima faz parte do livro "Getúlio Vargas, meu pai", lançado originalmente em 1960 e que ganha sua segunda edição com memórias e escritos inéditos de Alzira Vargas. Leia mais abaixo:

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Golpe teve participação de robôs da direita e fake news (e o silêncio cúmplice da mídia)

Pablo Ortellado, pesquisador da USP, esclarece que armas de fake news são usadas, fundamentalmente, pela direita. A polarização no Brasil, segundo ele, se dá entre esquerda e o antipetismo. O artigo do Zero Hora nos mostra também que a grande mídia foi oportunista diante da proliferação de centros difusores de mentiras, porque nunca se dispôs a combatê-las, apesar deste ser justamente o que deveria ser o seu objetivo, que é elevar o nível de informação da sociedade. Parte da matéria se baseia num relatório produzido pela Universidade de Oxford sobre o uso de eleições no Brasil, cujo original está aqui. […]

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Não se engane: é primavera no Brasil!, por Francisco Carlos Teixeira

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Análise

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Foto: Lilian Wagdy/Wikimedia Commons

NÃO SE ENGANE:  é Primavera no Brasil!

por Francisco Carlos Teixeira da Silva

Muitos brasileiros tinham esperança, ou ao menos expectativas, na atuação da Justiça. Mesmo sabendo que os tribunais brasileiros são lentos, formais e que se expressam num leguleio que poucos entendem – mesmo assim! – esses brasileiros tinham esperanças. Não podíamos crer, materializar, o dito antigo de que a Justiça no Brasil é feita – e com dureza! – apenas para ladrão de galinhas. “Para os amigos tudo, para os inimigos a Lei!”.  Nem muito menos podíamos imaginar que seria através de tribunais brasileiros que interesses estrangeiros declarariam guerra ao Brasil.

Uma guerra de novo tipo: uma guerra sem guerra, ou seja, uma guerra que usa meios não bélicos para destruir, solapar, aniquilar a capacidade do adversário. Assim, utilizando-se de modernos meios tecnológicos – mídias digitais, propaganda massiva, formação de quadros de elite em universidades estrangeiras, sistemas de estágios e bolsas de estudos em centros de treinamentos, etc... arma-se uma elite para atuar a serviço, consciente ou inconscientemente, desse poder estrangeiro.

O Brasil não seria o primeiro alvo. Na verdade Ucrânia, Líbia, Egito, Tunísia, Síria, Geórgia e Turquia foram alvos anteriores desse modelo novo de guerra – uma guerra que não precisava recorrer aos custosos meios tradicionais de luta com canhões, bombardeios e destruição de cidades. Podia-se fazer a guerra a bem dizer... sem guerra. Por outros meios. Não era exatamente uma “guerra híbrida” ainda. A guerra híbrida misturaria meios novos e meios tradicionais. Por enquanto, nas chamadas “primaveras”, a guerra seria “sem guerra”.

Para funcionar a “guerra sem guerra”, precisa-se conhecer bem o ponto fraco do inimigo. No caso brasileiro foi fácil: homens do talho de Victor Nunes Leal e Raymundo Faoro já apontavam para a chaga aberta do país – o caráter patrimonial do Estado brasileiro. O patrimonialismo, no perfeito conceito de Max Weber, permitiu que uma elite parasitária colonizasse o Estado e cooptasse tudo e todos que se apresentem como “o novo”, “o transformador”, “o renovador”. Trata-se do velho “transformismo” das elites, e de seu poder de cooptação, tão bem descrito por Jorge Amado em seu personagem “Doutor Mundinho”, de “Gabriela, cravo e canela”.

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