terça-feira , agosto 22 2017

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O interminável Lula

Confira o relato de Otávio Antunes, que acompanhou de perto a cerimônia de formatura da turma de Humanidades da Unilab, na Bahia, em que Lula participou como patrono  Por Otávio Antunes, da Bahia, especial para a Fórum  Os formandos e os professores dirigem-se ao palco, são muitos oradores que usam o microfone. O dia é …

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Oración del remanso, uma das mais belas canções do continente

Categoria: 

Música
Luis Nassif

Ouvi pela primeira “Oracion del remanso” aqui em casa, em um sarau, pelo duo Renato Braz e Thamires Tannous. Inesquecível! Uma das mais belas canções já compostas no continente.

É de Jorge Fandermole, que nasceu em Pubelo Andino em 1956, mas que se mudou para a cidade que meu pai nasceu, Rosário, um santuário da melhor música argentina, terra de Ariel Ramires, Gustavino e tantos outros craques.

Aqui, uma seleção de gravações da música. Mas, adianto: nenhuma chega aos pés de Renato Braz. Donde concluo que não é apenas o maior cantor brasileiro, mas latino-americano. A capacidade de Renato de assimilar o estilo de canto de qualquer gênero, e de cantar uma típica canção argentina melhor do que os vizinhos, é espantosa.

 

E aqui, com Renato

 

Letra

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Gilmar Mendes põe em ‘risco a proteção dos direitos no Brasil, o combate à corrupção e a própria normalidade constitucional’


Foi o que escreveu o professor Dalmo Dallari, em artigo publicado na Folha em maio de 2002. Há 15 anos, portanto, e antes de Gilmar ser empossado na STF e provocar o estrago que vem fazendo nas instituições brasileiras.

Nenhum Estado moderno pode ser considerado democrático e civilizado se não tiver um Poder Judiciário independente e imparcial, que tome por parâmetro máximo a Constituição e que tenha condições efetivas para impedir arbitrariedades e corrupção, assegurando, desse modo, os direitos consagrados nos dispositivos constitucionais.
Sem o respeito aos direitos e aos órgãos e instituições encarregados de protegê-los, o que resta é a lei do mais forte, do mais atrevido, do mais astucioso, do mais oportunista, do mais demagogo, do mais distanciado da ética.
Essas considerações, que apenas reproduzem e sintetizam o que tem sido afirmado e reafirmado por todos os teóricos do Estado democrático de Direito, são necessárias e oportunas em face da notícia de que o presidente da República, com afoiteza e imprudência muito estranhas, encaminhou ao Senado uma indicação para membro do Supremo Tribunal Federal, que pode ser considerada verdadeira declaração de guerra do Poder Executivo federal ao Poder Judiciário, ao Ministério Público, à Ordem dos Advogados do Brasil e a toda a comunidade jurídica.
Se essa indicação vier a ser aprovada pelo Senado, não há exagero em afirmar que estarão correndo sério risco a proteção dos direitos no Brasil, o combate à corrupção e a própria normalidade constitucional. Por isso é necessário chamar a atenção para alguns fatos graves, a fim de que o povo e a imprensa fiquem vigilantes e exijam das autoridades o cumprimento rigoroso e honesto de suas atribuições constitucionais, com a firmeza e transparência indispensáveis num sistema democrático.
Segundo vem sendo divulgado por vários órgãos da imprensa, estaria sendo montada uma grande operação para anular o Supremo Tribunal Federal, tornando-o completamente submisso ao atual chefe do Executivo, mesmo depois do término de seu mandato. Um sinal dessa investida seria a indicação, agora concretizada, do atual advogado-geral da União, Gilmar Mendes, alto funcionário subordinado ao presidente da República, para a próxima vaga na Suprema Corte. Além da estranha afoiteza do presidente -pois a indicação foi noticiada antes que se formalizasse a abertura da vaga-, o nome indicado está longe de preencher os requisitos necessários para que alguém seja membro da mais alta corte do país.
É oportuno lembrar que o STF dá a última palavra sobre a constitucionalidade das leis e dos atos das autoridades públicas e terá papel fundamental na promoção da responsabilidade do presidente da República pela prática de ilegalidades e corrupção.
É importante assinalar que aquele alto funcionário do Executivo especializou-se em “inventar” soluções jurídicas no interesse do governo. Ele foi assessor muito próximo do ex-presidente Collor, que nunca se notabilizou pelo respeito ao direito. Já no governo Fernando Henrique, o mesmo dr. Gilmar Mendes, que pertence ao Ministério Público da União, aparece assessorando o ministro da Justiça Nelson Jobim, na tentativa de anular a demarcação de áreas indígenas. Alegando inconstitucionalidade, duas vezes negada pelo STF, “inventaram” uma tese jurídica, que serviu de base para um decreto do presidente Fernando Henrique revogando o decreto em que se baseavam as demarcações. Mais recentemente, o advogado-geral da União, derrotado no Judiciário em outro caso, recomendou aos órgãos da administração que não cumprissem decisões judiciais.
Medidas desse tipo, propostas e adotadas por sugestão do advogado-geral da União, muitas vezes eram claramente inconstitucionais e deram fundamento para a concessão de liminares e decisões de juízes e tribunais, contra atos de autoridades federais.
Indignado com essas derrotas judiciais, o dr. Gilmar Mendes fez inúmeros pronunciamentos pela imprensa, agredindo grosseiramente juízes e tribunais, o que culminou com sua afirmação textual de que o sistema judiciário brasileiro é um “manicômio judiciário”.
Obviamente isso ofendeu gravemente a todos os juízes brasileiros ciosos de sua dignidade, o que ficou claramente expresso em artigo publicado no “Informe”, veículo de divulgação do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (edição 107, dezembro de 2001). Num texto sereno e objetivo, significativamente intitulado “Manicômio Judiciário” e assinado pelo presidente daquele tribunal, observa-se que “não são decisões injustas que causam a irritação, a iracúndia, a irritabilidade do advogado-geral da União, mas as decisões contrárias às medidas do Poder Executivo”.
E não faltaram injúrias aos advogados, pois, na opinião do dr. Gilmar Mendes, toda liminar concedida contra ato do governo federal é produto de conluio corrupto entre advogados e juízes, sócios na “indústria de liminares”.
A par desse desrespeito pelas instituições jurídicas, existe mais um problema ético. Revelou a revista “Época” (22/4/ 02, pág. 40) que a chefia da Advocacia Geral da União, isso é, o dr. Gilmar Mendes, pagou R$ 32.400 ao Instituto Brasiliense de Direito Público -do qual o mesmo dr. Gilmar Mendes é um dos proprietários- para que seus subordinados lá fizessem cursos. Isso é contrário à ética e à probidade administrativa, estando muito longe de se enquadrar na “reputação ilibada”, exigida pelo artigo 101 da Constituição, para que alguém integre o Supremo.
A comunidade jurídica sabe quem é o indicado e não pode assistir calada e submissa à consumação dessa escolha notoriamente inadequada, contribuindo, com sua omissão, para que a arguição pública do candidato pelo Senado, prevista no artigo 52 da Constituição, seja apenas uma simulação ou “ação entre amigos”. É assim que se degradam as instituições e se corrompem os fundamentos da ordem constitucional democrática.

O trecho que destaquei em negrito define claramente quem é Gilmar Mendes no STF: um soldado em favor do PSDB e de seu ídolo Fernando Henrique Cardoso (Mendes tinha um porta-retrato com foto de FHC em sua mesa de trabalho).

Jurista e professor da Faculdade Direito da USP, Dalmo de Abreu Dallari foi profético em vaticinar o que se passa no Brasil, desde que Mendes subiu ao STF com seu jeito troglodita de ser.

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Assim ficou uma cidade do sertão sergipano, de 36 mil habitantes, horas antes de Lula chegar

Vídeo mostra o início do que deve ser o maior ato de apoio ao ex-presidente Lula desde o início de sua caravana pelo Nordeste. Nossa Senhora da Glória, cidade do alto sertão sergipano com apenas 36 mil habitantes, já estava completamente mobilizada para receber Lula a mais de quatro horas de sua chegada. Assista Por …

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Ó faxavor, juros baratinhos

Dizem-nos que tudo é fácil, prémios, sorteios, viagens, cartões de crédito, telemóveis. As empresas não vendem, distribuem. A finança não empresta, entrega. Não há contratos, há palavras doces. É um mundo maravilhoso.

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Titulares do Ritmo, os cantores cegos que maravilharam o Brasil

Categoria: 

Música
Luis Nassif

Um dos melhores conjuntos vocais brasileiros foram os Titulares do Ritmo, um sexto formado por Francisco Nepomuceno de Oliveira, o Chico - Fortaleza, CE, 1927 - Líder, compositor, arranjador, violonista e pianista. Geraldo Nepomuceno de Oliveira - Fortaleza, CE - 1931 - Cantor e violonista. Domingos Ângelo de Carvalho - Moeda, MG - 1921 - Cantor. João Cândido Brito - (...), segundo dados do Dicionário Cravo Albim.

A fase áurea foi nos anos50 e 60, quando gravaram o hit “A taça do mundo é nosso”. Mas o sucesso perdurou até os anos 70. Naqueles tempos, plena ditadura, lançaram um LP com paródias divertidíssimas de músicas conhecidas.

Nos anos 80 ainda cruzei com um deles no Conjunto Nacional. Mas nem sei por onde andam os sobreviventes.

Aqui dois exemplos másculos dos craques que foram:

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Olha que baita interpretaçào  de “Onde o céu é mais azul”

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A Miss Brasil é negra – qual é a surpresa?, por Matê da Luz

Categoria: 

Opinião

A Miss Brasil é negra - qual é a surpresa?

por Matê da Luz

Uma das coisas mais preciosas que aprendo rotineiramente com minha filha adolescente é casar discurso e prática. É claro que exige treino, vez ou outra escorrego e piso na bola mas, pode notar, me comprometo a colocar no dia a dia aquilo a que me proponho. O lugar de fala é uma dessas coisas. Uma das mais importantes, aliás. Desde que comecei a passear com mais clareza no feminismo ativo, venho compreendendo esta questão. O lugar de fala é bem isso que parece quando a gente pensa nele: uma espécie de púpito, local destinado a quem está com a questão central na ponta da língua. 

Então, no sentido de praticar o que tenho aprendido como precioso, o espaço aqui destinado ao que me é relevante, que neste dia dá conta do espanto de tanta gente sobre a Miss Brasil ser negra, bem, este espaço será destinado a replicar um dos textos mais brilhantes e lucidos sobre o tema. Potencializando o lugar de fala, deixo o link da publicação original e copio aqui embaixo, na íntegra, 

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Ana Esther Ceceña: Las nuevas formas de hacer la guerra

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Ana Esther Ceceña

La experta mexicana que analiza el vínculo entre el modelo extractivista, territorio y militarización, Ana Esther Ceceña, estuvo por Paraguay y conversó con el investigador local Abel Irala.

 

 Asunción, 21 de agosto de 2017 (BASE-IS) En julio pasado Ana Esther vino al país para dar la conferencia “Estado, geopolítica y procesos sociales en América”, que formó parte del Primer Congreso Paraguayo de Ciencias Sociales.

 

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