terça-feira , agosto 22 2017

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Dilma nada recebe como ex-presidenta ou anistiada política, responde

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Mídia

Foto: Jose Cruz/ Agência Brasil
 
Jornal GGN - "Depois de 36 anos, 10 meses e 21 dias de serviços prestados – comprovados documentalmente – aos 68 anos de idade, Dilma Rousseff se aposentou com vencimentos pouco acima de R$ 5 mil — o teto do INSS. Ela nada recebe como ex-presidenta da República ou anistiada política. O benefício segue os rigores da lei. Tampouco se valeu de subterfúgios para o recebimento de valores indevidos ou excessivos, como ocorre com Michel Temer e ministros do governo golpista", disse em nota a assessoria da ex-presidente Dilma Rousseff.
 
A manifestação é sobre reportagem supostamente exclusiva da revista Veja, de que uma sindicância do governo "constatou que petista furou a fila do INSS com ajuda de servidores e obteve benefício sem ter a documentação necessária na ocasião". Em resposta, a assessoria narra que além de ter sido presa pela ditadura no início dos anos 70, Dilma foi obrigada a se afastar de seu trabalho na Fundação de Economia e Estatística, desde 1977, por "integrar a chamada lista do General Frota". "Só no final dos anos 1980, foi anistiada".

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O que querem trazer de volta: Na Venezuela, crianças comiam ração de cachorro. No Brasil de FHC, calango


Toda a campanha pela derrubada de Dilma Rousseff e pelo fim dos governos populares no Brasil e na Venezuela têm o objetivo imediato de entregar o poder ao sistema financeiro mundial, o que leva miséria e fome à população mais pobre.

No Brasil de FHC, a fome imperava, especialmente no Nordeste, e uma edição da revista Veja de 1995 [imagem] destaca na capa a imagem de uma criança que agradece o fato de não ter necessidade no momento de comer calango.

Na Venezuela, antes do governo Chávez, a situação não era diferente. Como mostra a outra imagem que ilustra esta postagem, as famílias se alimentavam com ração de cachorro, a perrarina.

O Banco Mundial já lançou a triste previsão de que este ano no Brasil, sob governo do golpista e sua quadrilha, 3,6 milhões de pessoas vão entrar no terreno da miséria, de onde 40 milhões foram retiradas nos governos Lula e Dilma.

 A situação caótica na Venezuela só se apresenta desse modo graças a uma oposição que não pensa no país mas apenas nos seus interesses e os do mercado e quer ver a Venezuela alinhada aos interesses dos Estados Unidos.

O povo, como no Brasil, que se dane!

— Não têm pão? Comam calango ou perrentina.

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Dilma rebate acusação da Veja sobre sua aposentadoria

Em nota, ex-presidenta diz que, ao invés disso, a revista deveria “explicar as aposentadorias precoces do presidente ilegítimo e de seus associados”. Da Redação Por meio de nota divulgada em seu site oficial, a ex-presidenta Dilma Rousseff rebateu acusações da Revista Veja de que sua aposentadoria seria irregular. Segundo ela, a publicação voltou “a executar …

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Feminismo e a paranoia sexual, por Francisco Bosco

Categoria: 

Direitos humanos


Foto: Getty Images

Sugerido por Ricardo Cavalcanti-Schiel

Por Francisco Bosco

Da Revista Cult

Há alguns meses foi publicado nos Estados Unidos um livro tão interessante quanto preocupante: Unwanted advances: sexual paranoia comes to Campus, da professora feminista Laura Kipnis. O livro é uma mistura de ensaio e relato de tribunal; no caso, o tribunal em curso nas universidades americanas, fruto de uma mudança recente numa legislação específica para os campi. Um tribunal que só produz julgamentos de exceção, mantidos na obscuridade porque se revelam insustentáveis sob o escrutínio público. Laura Kipnis compara o que está acontecendo nessas universidades a momentos inglórios da história americana, períodos de delírio coletivo em que perseguições e punições são instauradas por meras delações, os indivíduos perdem direitos fundamentais, as instituições fraquejam e reina uma violência arbitrária e oficialmente sancionada.

O livro nasceu de um caso concreto, que envolveu a própria autora. No começo de 2015, ela publicou, num veículo de sua universidade, Northwestern (onde dá aulas de cinema), um artigo sobre o que ela identificava como uma onda de paranoia sexual nas universidades americanas. A autora criticava uma recente mudança na legislação, que, combinada a certa perspectiva feminista, vinha “infantilizando os estudantes”, subindo o “clima de acusação” e “aumentando largamente o poder dos administradores da universidade sobre nossas vidas”. Explico. Já há várias décadas existe nos Estados Unidos uma legislação chamada Title IX, sob responsabilidade do Departamento de Educação, e originalmente criada para regular questões de igualdade de gênero nas universidades americanas. Em 2011, entretanto, promoveu-se uma mudança na lei, que passou a abranger também problemas de relações sexuais nos campi: desde estupros, passando por qualquer forma de avanços sexuais indesejados, até, como veremos, o mero uso de linguagem sexual.

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Boston: 15 mil marcham contra racismo e barram ato da extrema-direita


Os organizadores da marcha pela "liberdade de expressão" convidaram "libertários, conservadores, tradicionalistas, liberais clássicos, apoiadores do presidente Donald Trump e todos que valorizam sua liberdade de expressão". O evento ocorre uma semana após um homem matar uma mulher atropelada em Charlottesville. Ela participava de uma marcha antirracista.

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