terça-feira , agosto 22 2017

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Ele não para: Temer comete nova gafe e confunde Paraguai com Portugal

São incontáveis as gafes do peemedebista, principalmente no que diz respeito às relações internacionais. Desta vez, em um almoço oferecido ao presidente do Paraguai, Temer falou da “integração latino-americana” através das relações Brasil-Portugal Por Redação  Michel Temer não para de passar vergonha com as gafes que comete, constantemente, quando lida com assuntos internacionais. Desta vez, …

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Um silêncio a cada esquina, por Fábio de Oliveira Ribeiro

Categoria: 

Sociedade

Um silêncio a cada esquina

por Fábio de Oliveira Ribeiro

No dia 18/08/2017 tive a honra de presenciar o lançamento de “Um silêncio a cada esquina”, editora Luminária Acadêmica, Porto Alegre, 2017, de autoria da jovem pesquisadora Mariana Luciano Afonso. O evento ocorreu na sede do CIM, Rua Cel. Xavier de Toledo, 210, salas 111/112, São Paulo, SP.

A obra é o resultado de uma pesquisa de campo realizada com prostitutas da Praça do Canhão, em Sorocaba –SP, a partir de janeiro/2012. Durante a pesquisa a autora teve contato com 60 mulheres e 6 travestis em situação de prostituição portadores de “...histórias de vida e de trabalho significativas para refletir sobre o objeto proposto. Além delas, foram entrevistados também seis representantes das instituições citadas (a ONG, o conselho de Segurança e a Associação religiosa).” (p. 47).

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Wanderley Guilherme: Sucesso de Lula aumentará a violência da direita

Categoria: 

Análise
Foto: Ricardo Stuckert
 
 
Jornal GGN - O cientista político Wanderley Guilherme dos Santos publicou artigo em seu blog, o Segunda Opinião, avaliando que a Lava Jato não conseguiu destruir a imagem de Lula e o sucesso da caravana que ele tem feito pelo Nordeste é prova de que o povo ainda acha o ex-presidente "irresistível". Diante dessa fato, Santos aponta que a direita pode não saber lidar com o sucesso e o potencial eleitoral de Lula e aumentar o discurso de ódia e descambar para a violência física. O título do artigo resume tudo: "O fedor da força bruta". 

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MPF-PR e Moro barram investigações contra PF-PR, por Marcelo Auler

Categoria: 

Justiça

No pedido de arquivamento do Inquérito contra Dalmey Werlang, os procuradores regionais Welter (alto) e Paludo, contestam o funcionamento do grampo achado por Alberto Youssef e confirmado por perícia técnica. (Fotos: reproduções)

do Blog do Marcelo Auler

MPF-PR e Moro barram investigações contra PF-PR

por Marcelo Auler

MPF da Força Tarefa do Paraná tenta barrar o segundo inquérito em torno da ação da Polícia Federal na Força Tarefa da Lava Jato. Uma primeira investigação, com base em denúncias feitas pela “informante infiltrada” Meire Posa, ex-contadora do doleiro Alberto Youssef, foi paralisada com a ajuda do juiz Sérgio Moro.

No que certamente será considerado por muitos um misto de autodefesa e corporativismo, o Ministério Público Federal do Paraná (MPF-PR) – embora constitucionalmente seja “fiscal da Lei” e tenha entre suas atividades o controle externo da Polícia Federal – vem tentando barrar investigações abertas pela Coordenadoria de Assuntos Internos (Coain) da Corregedoria Geral do Departamento de Polícia Federal (COGER/DPF) contra delegados e agentes que atuaram na Força Tarefa da Lava Jato. Paralisou uma e quer parar outra, antes mesmo de ser finalizada.

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Indígena é preso com cocaína no rapé; maconha e folha de coca são moda em aldeias do Acre


Um indígena de 37 anos, da etnia huni kuin (kaxinawá), do Rio Envira, está preso desde o começo do mês no quartel da Polícia Militar do Acre, no município de Feijó, após agentes da Polícia Civil flagrá-lo com 51,5g de maconha e 6,9g de rapé misturado com cocaína.

O resultado positivo da presença de cocaína no suposto rapé foi constatado em exame toxicológico (narco teste) preliminar realizado na Delegacia de Polícia Civil da cidade.

Vários indígenas, principalmente da etnia kaxinawá, têm sido presos no Acre nos últimos anos com maconha.

Caso o juiz de Feijó decida em audiência de custódia que o indígena terá que responder ao processo preso, ele terá que ser transferido para a penitenciária de Tarauacá.

Com um histórico de conflitos em sua aldeia, o indígena preso vivia basicamente de vender e realizar rituais com rapé em cidades como Rio, Brasília e São Paulo, onde o consumo de tabaco em pó feito para cheirar é crescente.

O caso trouxe mal-estar aos huni kuin, agora divididos entre os que comemoram a prisão e os que tentam libertá-lo.

Excetuando o já grande comércio de ayahuasca, nos últimos anos os indígenas do Acre passaram a viajar e a ganhar dinheiro com a exportação de rapé e kambô, conhecido como vacina do sapo.

Turistas estrangeiros, principalmente chilenos, costumam viajar até Cruzeiro do Sul (AC) para comprar a secreção do sapo cristalizada.

Existe até uma mistura muito perigosa, que não faz parte da tradição de nenhuma etnia, que combina rapé com kambô.

Atualmente, o rapé faz parte da lista de produtos da floresta acreana mais comercializados dentro e fora do país.

Alguns indígenas, individualmente, chegam a produzir até 40kg de rapé. Além disso, nas cidades do Acre, brancos produzem rapé e comercializam como sendo de origem indígena. Vários sites, dentro e fora do Brasil, também comercializam abertamente o rapé, inclusive com outras misturas exóticas.

Nenhum documento antropológico ou etnográfico sobre as populações indígenas do Acre menciona o cultivo e uso de maconha.

Os huni kuin gostaram tanto da canabis que passaram a cultivá-la em suas aldeias. Dizem que é um "tabaco perdido", que era consumido por seus ancestrais.

A maconha passou a ser chamada de shuru e contou até com parecer antropológico em defesa de seu cultivo na terra indígenas da etnia.

As redes sociais, especialmente o Facebook, são o ambiente ideal para acompanhar a expansão do comércio de todas essas substâncias em várias cidades do mundo, levadas por indígenas.

Existem jovens indígenas com menos de 20 anos de idade que se declaram pajés e viajam para metrópoles atraídos por gente do movimento new age, capaz de pagar em dólares por experiências com substâncias que sejam capazes de ampliar os sentidos.

Das 14 etnias presentes no Acre, o consumo de folha de coca para mascar faz parte da tradição apenas dos ashaninka, que pertencem a família linguística aruak (ou arawak), principal componente do conjunto dos aruak sub-andinos, também composto pelos matsiguenga, nomatsiguenga e yanesha (ou amuesha).

Mascar folha de coca virou moda entre as demais etnias, que são da família linguística pano. Como a planta não existe nas terras destas etnias, os indígenas adquirem a folha de coca em cidades e vilarejos peruanos e bolivianos.

A moda, que começou entre os yawanawá, se tornou o foco de preocupação do líder indígena Joaquim Tashka Yawanawá durante o recente 5˚Festival Mariri de sua etnia.

Indígenas e brancos compareceram ao festival com sacos pretos contendo folhas de coca. Por causa disso, o líder indígena já solicitou à Funai para agendar a presença, na aldeia Mutum, do delegado da Polícia Federal de Cruzeiro do Sul.

— Mascar coca não faz parte de nossa tradição e não vamos ficar mascando coca apenas porque os ashaninka mascam. Queremos a presença do delegado da Polícia Federal para nos explicar sobre as implicações legais disso. Vamos primeiro criar consciência de que não faz parte de nossa cultura e que isso pode nos causar problemas com a lei, pois o cultivo e uso da folha de coca são proibidos por causa de sua substância. Depois desse esclarecimento, após tentar criar essa consciência, nós vamos expulsar de nosso convívio e até denunciar às autoridades quem continuar trazendo folha de coca para mascar em nossa aldeia.

Consultada, a Funai de Cruzeiro do Sul disse que acompanha o caso do indígena preso e prometeu se manifestar após apurar os demais fatos relatados nesta nota.

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Corregedoria livra Deltan Dallagnol de denúncia sobre venda de palestras

A Corregedoria Nacional do Ministério Público Federal não viu problemas nas palestras do procurador Deltan Dallagnol, denunciadas pelo PT. A Corregedoria arquivou o pedido de investigação formulado pelos deputados Paulo Pimenta (PT-RS) e Wadih Damous (PT-RJ) devido à “inexistência de … Continue lendo

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A solidariedade: um paradigma olvidado

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Há falta clamorosa de solidariedade no momento atual de nossa história. Somos informados de que neste exato momento 20 milhões de pessoas estão ameaçadas de morrer literalmente de fome, no Iêmen, na Somália, no Sudão do Sul e na Nigéria. O grito dos famélicos se dirige ao céu e para todas as direções e quem os escuta? Um pouco a ONU e somente algumas corajosas agências humanitárias.

 

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Chile, Brasil e as ‘reformas’ à prova de mudanças políticas

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Não é só derrubar um governo. Para os golpistas, o essencial são as reformas trabalhista e previdenciária, liquidar empresas públicas, privatizar saúde e educação. E garantir um sistema político que seja impermeável a tentativas de reverter tudo isso

 

Aquilo que vou contar sei apenas de memória e do pouco que li a respeito, por motivações não acadêmicas. Muitos estudaram esses temas em detalhe. Outros viveram essas coisas por dentro. E, por isto, este é um convite para que explorem essas questões com mais competência do que a minha.

 

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PGR denuncia Romero Jucá na Operação Zelotes

A Procuradoria Geral da República (PGR) denunciou ao Supremo Tribunal Federal (STF) o líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), ex-ministro do governo de Michel Temer, por crimes na Operação...

Blog de política Brasil. Os amigos do Presidente Lula

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