O mercado da Fórmula 1 foi sacudido por uma movimentação de Jonathan Wheatley, o engenheiro e estrategista que estava à frente da Audi (antiga Sauber), anunciou sua saída para assumir o cargo de chefe de equipe na Aston Martin.
A mudança gera imediata repercussão sobre o futuro de Gabriel Bortoleto, o jovem talento brasileiro que integra o projeto da montadora alemã.
Quem é Jonathan Wheatley: De mecânico a “Midas” da F1
A trajetória de Wheatley é uma das mais respeitadas do paddock. O britânico iniciou sua jornada em 1991 como mecânico na Benetton e teve uma ascensão meteórica na Fórmula 1:
Passagens por Benetton e Renault (1991-2005)
Iniciou a carreira como mecânico júnior da Benetton, participando dos títulos de Michael Schumacher em 1994 e 1995.
Com a transformação da equipe em Renault, no início dos anos 2000, Wheatley passou a ser o mecânico chefe do time de Enstone, conquistando mais dois títulos. Sendo campeão em 2005 e 2006 com Fernando Alonso.
Era de Ouro na Red Bull (2006-2024):
Como diretor esportivo, foi peça-chave na construção dos carros que deram quatro títulos mundiais a Sebastian Vettel e outros quatro a Max Verstappen.
Desafio Audi (2025-2026):
Após uma debandada de todos os responsáveis pela construção da equipe vencedora da Red Bull, Wheatley assumiu a chefia da Sauber em 2025 para liderar a transição oficial para Audi nesta temporada.
O impacto para Gabriel Bortoleto
A saída de Wheatley acontece em um momento crucial para o brasileiro Gabriel Bortoleto. O britânico era um dos grandes entusiastas do projeto da Audi e via no jovem piloto uma peça fundamental para o crescimento da equipe.
Com a ida de Wheatley para a Aston Martin, abre-se uma lacuna de liderança na Audi, mas também surge um novo cenário: a Aston Martin, que já conta com investimentos massivos, agora terá um dos gestores mais vitoriosos da história recente da categoria para ditar os rumos de seu projeto.
Aston Martin: O “Dream Team” do grid
Ao contratar Wheatley, a Aston Martin reafirma seu desejo de brigar por títulos mundiais. O britânico chega para organizar uma estrutura que já conta com tecnologia de ponta e grandes nomes técnicos.
A missão será replicar o sucesso que ele ajudou a construir durante quase duas décadas de Red Bull ao lado de Adrian Newey, que segue como responsável pelos carros da Aston Martin.
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Fonte: Band F1