Google lança Googlebook com IA para enfrentar MacBooks da Apple

O Google iniciou nesta segunda-feira (21) a fase de pré-venda do Googlebook. Trata-se de sua nova série de notebooks de categoria premium, desenvolvida especificamente para atender ao público que utiliza o sistema Android.

Os novos dispositivos contam com a integração da inteligência artificial Gemini e possuem valores iniciais de US$ 899, o que equivale a aproximadamente R$ 4.584,90.

A fabricação dos modelos iniciais ficará a cargo de marcas consolidadas no mercado, como Acer, Asus, Dell, HP e Lenovo. De acordo com as especificações divulgadas pelo Google, as máquinas serão equipadas com processadores da Intel ou Qualcomm, oferecendo uma autonomia de bateria que pode chegar a 14 horas de uso.

O lançamento ocorre em um cenário de disputa intensa no setor de computadores portáteis. Recentemente, a Apple expandiu sua atuação no segmento de entrada com o MacBook Neo, modelo que apresenta preços a partir de US$ 699 (cerca de R$ 3.564,90).

Durante anos, as empresas que produzem Chromebooks focaram em atrair estudantes e consumidores que priorizam aparelhos mais simples e com custo reduzido. Agora, com o Googlebook, a companhia transporta essa estratégia para o mercado premium.

A proposta do novo aparelho é unir um hardware de maior desempenho a funcionalidades avançadas de inteligência artificial, promovendo uma sincronização mais profunda com o ecossistema Android.

Dentre as capacidades oferecidas pelo Gemini, destacam-se as ferramentas de auxílio na redação e organização de textos, a possibilidade de realizar consultas sobre informações exibidas na tela e a função de continuar, no notebook, atividades que foram iniciadas em um smartphone Android.

O Googlebook representa a tentativa mais recente da gigante de tecnologia de consolidar um produto de referência baseado no sistema ChromeOS. A empresa já havia explorado esse caminho anteriormente com o lançamento do Pixelbook, em 2017, e do Pixelbook Go, em 2019.

As informações foram compiladas com base em dados fornecidos pela agência Reuters.

Com informações do G1

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