Stephen King costuma usar suas redes sociais para indicar produções que chamam sua atenção. Recentemente, ele elogiou a nova versão de seu livro “Carrie” — dirigida por Mike Flanagan e com estreia no Prime Video em 7 de outubro —, chamando-a de “brilhante” por atualizar a história para a era do assédio digital.
Agora, o “Mestre do Terror” surpreendeu os fãs ao elogiar publicamente “Meus Mortos Tristes”, a nova minissérie da Netflix.
A obra é dirigida pelo chileno Pablo Larraín e é uma coprodução entre Chile e Argentina. A série chegou ao streaming na última quinta-feira (24), após passar pela Seleção Oficial do Festival de San Sebastián.
O escritor americano ficou fascinado com a ideia central da trama, que foi inspirada nos livros da autora argentina Mariana Enriquez.
No X (antigo Twitter), King demonstrou entusiasmo: “Que ideia genial! E se alguém que consegue ouvir (e às vezes ver) os mortos caísse no abastecimento de água de uma cidade e entrasse em decomposição? E se, depois de beber a água, todos pudessem fazer o mesmo?”
Além do elogio, ele reconheceu o talento de Larraín, com quem já trabalhou na série “A História de Lisey”, estrelada por Julianne Moore e Clive Owen.
O que esperar da série?
Com a direção de Larraín, “Meus Mortos Tristes” cria um clima perturbador em quatro episódios.
A história se passa no bairro de Piedrabuena e foca em Ema (Mercedes Morán), uma médica aposentada que esconde o dom de ver e ouvir pessoas mortas.
Tudo muda com a chegada de sua sobrinha Julie e o assassinato de três jovens na região. Isso gera um fenômeno estranho: a habilidade de Ema começa a se espalhar pela comunidade, forçando os vizinhos a encarar seus próprios fantasmas e segredos.
Com informações de O Fuxico.