Aston Martin afirma que contratação de Wheatley não deve ser concretizada

O que parecia definido agora está em compasso de espera na Fórmula 1. Essa é a situação em relação à Aston Martin, que tinha como certa a contratação de Jonathan Wheatley, ex-chefe do brasileiro Gabriel Bortoleto na Audi, e que agora vem ficando mais distante. 

Na madrugada desta sexta-feira, durante os treinos livres para o GP do Japão, o ex-piloto, e agora embaixador da escuderia Pedro de la Rosa, indicou que mudanças não devem acontecer em sua estrutura.

“Estamos satisfeito com o que temos e com a forma como organizamos o time. Adrian é o chefe da equipe e, na verdade, é mais do que isso. Ele é, na verdade, o parceiro técnico executivo”, afirmou de la Rosa em entrevista concedida à Sky Sports.

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No entanto, ele deixou no ar que essa questão pode ser momentânea já que Wheatley deve passar por um período de afastamento na transição de uma equipe para outra. Questionado de forma direta se o ex-chefe da Audi não teria a Aston Martin como novo local de trabalho, ele foi evasivo.

“Bom, não vai acontecer por enquanto. Jonathan se foi (deixou a função na Audi) e não devemos comentar sobre o que acontece em outros lugares. Temos que ser respeitosos com o que Jonathan quer fazer no futuro (profissional)”, declarou o espanhol.

O assunto sobre a transferência de Wheatley ganhou força depois que a publicação especializada Autosport informou que o inglês estava de saída da Audi para a Aston Martin. Essa possibilidade acontece em meio a uma grande crise na equipe dos pilotos Fernando Alonso e Lance Stroll.

A expectativa era de que a escuderia brigasse por pódios em função dos altos investimentos. No entanto, os carros vêm apresentando muitos problemas com o novo motor Honda. Por conta disso, a Aston Martin sequer conseguiu concluir uma corrida na temporada 2026.

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Fonte: Band F1

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