Uma família de Macapá (AP) transformou o quintal de casa em um meliponário com mais de 20 colmeias de abelhas sem ferrão. A iniciativa, iniciada durante a pandemia da Covid-19, foca em espécies nativas da Amazônia, como a uruçu-cinzenta e a uruçu-amarela, que se adaptam bem ao clima da região

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O projeto, liderado pelo engenheiro eletricista Takao Meguro Portal, une a preservação ambiental à produção de mel com alto valor comercial e propriedades medicinais. O mel foi utilizado inicialmente para tratar sequelas respiratórias causadas pelo coronavírus na família

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O manejo exige rigor técnico e paciência. Segundo Portal, as abelhas são sensíveis e requerem quarentena e capacitação: “Eu sempre aconselho ao meliponicultor que está ingressando na área: faça um curso para não errar em nenhuma manobra, porque é um bicho muito sensível”

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Sobre a legalidade da prática, o criador alerta que a legislação brasileira permite que amadores mantenham até 49 caixas em casa. Acima desse limite, é obrigatório obter licenças dos órgãos ambientais. Além disso, ele reforça que ninhos nunca devem ser retirados da natureza, salvo em casos de resgate

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Com informações do Portal Amazônia.