Força dos motores Mercedes se destaca no 1º dia do Grande Prêmio de São Paulo

A abertura dos trabalhos para o Grande Prêmio de São Paulo de 2026, nesta sexta-feira (06), foi marcada pela força dos motores Mercedes. Lando Norris liderou o primeiro treino livre, e Kimi Antonelli terminou na frente na segunda sessão no Autódromo de Interlagos.

Na segunda sessão, Mercedes e McLaren ficaram com quatro das cinco primeiras posições, com Max Verstappen entre os pilotos das duas equipes.

“Se você pegar os tempos do segundo treino livre, vai ver que, entre os cinco primeiros, só o Max Verstappen não tem a unidade de potência da Mercedes”, destacou Mendonça.

“Em determinado momento, estava acompanhando os tempos, a velocidade máxima de cada um, e a gente via que os carros da Mercedes tinham até 5 km/h a mais de reta do que os demais. E, quando digo carros da Mercedes, digo o carro da equipe de fábrica, o carro da McLaren e também o da Alpine”, afirmou.

E os brasileiros?

Entre os brasileiros, Bortoleto ficou em oitavo lugar nas duas sessões, enquanto Câmara saiu do 18º lugar no TL1 para o 16º no TL2. Para o comentarista, os resultados devem ser avaliados de formas diferentes, levando em conta a experiência de cada um na categoria.

“Acho que o Gabriel Bortoleto teve uma das melhores sextas-feiras dele no ano”, avaliou Mendonça, que apontou os problemas de confiabilidade da Audi como um fator de atenção para a sequência do fim de semana.

Sobre Câmara, o comentarista destacou a adaptação ao carro da Haas e a aproximação com o companheiro Oliver Bearman ao longo do dia.

“Em relação ao Rafael Câmara, como ele mesmo disse, um dia de aprendizado. Você pega o primeiro treino, um pouco mais distante do Bearman; no segundo treino, um pouco mais próximo. Ou seja, estava mais confortável”, afirmou.

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