Imagens capturadas em circuitos fechados e vazadas em redes sociais revelaram, nos últimos dias, um projeto que a Aston Martin tentou manter sob sigilo. O veículo, com carroceria em fibra de carbono exposta, parece um Frankenstein, ou melhor, um Batmóvel com partes de um carro de Fórmula 1 e um Valkyrie do WEC.
Segundo informações do site alemã Auto Motor und Sport, o carro é uma unidade única pelo magnata americano Ken Griffin, fundador da Citadel. Estimativas A questão é que esse carro não foi construído para obedecer às federações esportivas, o limite é o céu. Na verdade, não tem limite.
Engenharia sem limites
O design apresenta um cockpit aberto, protegido pelo sistema Halo, e suspensão dianteira pushrod, típica de monopostos. Ao mesmo tempo, a aerodinâmica traseira e as rodas carenadas remetem ao Valkyrie da categoria Hypercar do WEC. Sob a capô, o som característico de um motor V12 aliado a um sistema híbrido.
Estimativas sugerem que o “Batmóvel” seja até dez segundos mais rápido que um Fórmula 1. Para alcançar tal feito, o modelo utiliza aerodinâmica ativa extrema, capaz de ajustar a carga de pressão em tempo real conforme a necessidade da pista.
A estratégia remete ao que a Porsche fez em 2018 com o 919 Hybrid Evo, quando modificou seu carro de Le Mans para destruir recordes em Spa-Francorchamps e Nürburgring. No entanto, o projeto da Aston Martin é ainda mais ambicioso por se tratar de uma construção do zero.
Fonte: Band F1