Conservação da bacia amazônica em Iquitos: o que muda para a região

Especialistas de sete países, incluindo Brasil, Bolívia, Colômbia, Equador, Peru, Estados Unidos e França, iniciaram em Iquitos, no Peru, uma série de ações para fortalecer a gestão sustentável dos ecossistemas aquáticos da Amazônia. O encontro, organizado pela Aliança Águas da Amazônia, reúne pesquisadores, comunidades indígenas e representantes do setor público e privado.

O presidente do IIAP, Jorge Revilla, destacou que a iniciativa é fundamental para a cooperação regional. “Esperamos que estes três dias de trabalho sejam uma valiosa oportunidade para a troca de experiências entre instituições, comunidades e especialistas comprometidos com a conservação da bacia amazônica”, afirmou

Especialistas de sete países iniciam ações em Iquitos para fortalecer a conservação da bacia amazônica
Especialistas de sete países iniciam ações em Iquitos para fortalecer a conservação da bacia amazônica. Foto: Reprodução/Governo do Peru

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Um dos pontos centrais do debate é a criação de informações científicas em escala regional para orientar decisões sobre a pesca e a conservação. Vanessa Rodríguez, presidente do Conselho Diretor da Aliança, explicou que o objetivo é ir além de abordagens locais, promovendo a conectividade dos sistemas hídricos e utilizando a ciência cidadã através de ferramentas como a plataforma Ictio, que permite a pescadores registrar dados sobre espécies pesqueiras.

A Segunda Semana das Águas da Amazônia funciona como o principal ponto de encontro de uma rede com mais de 30 organizações. A programação inclui painéis técnicos e a coordenação do Plano de Ação para a Conservação do Bagre Amazônico, medida aprovada durante a COP15 da Convenção sobre a Conservação de Espécies Migratórias

Especialistas de sete países iniciam ações em Iquitos para fortalecer a conservação da bacia amazônica. Foto: Reprodução/Governo do Peru

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Ao integrar o conhecimento indígena e a cooperação internacional, o evento busca consolidar uma agenda baseada em evidências científicas. A meta final é que as pesquisas se transformem em políticas públicas eficazes que protejam os rios amazônicos, tratando-os como sujeitos de direitos e garantindo a preservação da biodiversidade para as futuras gerações.

Com informações do Portal Amazônia.

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