Delegada relata ameaças e ataques após investigar Deolane Bezerra

A delegada Maria Corsato, que afirmou que joias e relógios apreendidos na casa de Deolane Bezerra eram falsos, abriu o jogo sobre as consequências de investigar a influenciadora. Em entrevista ao podcast “Café com Pires”, ela contou que sofreu uma onda de ataques e precisou criar um novo perfil nas redes sociais para proteger sua vida pessoal.

Maria relembrou o momento em que as ameaças virtuais começaram, citando uma live feita por Deolane na porta da delegacia: “Eu tô aqui no 27º DP, onde a delegada fulana”, ela vai falar meu nome, “cometeu o crime de abuso de autoridade, não entregou meu carro, ela tá me perseguindo. Vou mostrar que é perseguição, sim, vou na corregedoria”.

Segundo a delegada, a exposição causou um impacto imediato em sua conta privada, onde ela compartilha fotos com a família e amigos. “Quando ela abre a live, ela tinha 16 milhões de seguidores. Tem ideia de quantas pessoas começaram a me atacar na minha pequena rede social de 200 pessoas, só família e amigos? Uma rede fechada”, desabafou.

A autoridade policial contou que quase perdeu o acesso ao perfil, que continha fotos de pais, irmãos e lembranças de viagens. Por isso, decidiu criar uma conta pública para acompanhar a repercussão do caso sem expor sua intimidade. “Falei ‘peraí, eu tenho que sentir essa febre’. Na minha rede social fechada, não vou colocar essa mulher, não vou abrir”, explicou.

Além do conflito nas redes, Maria Corsato não poupou críticas à comunicação de Deolane e de suas irmãs, lembrando que todas são advogadas. “E eu começo a dar dicas de Língua Portuguesa porque, nos contatos com ela e depois com as irmãs dela, que vieram no galope, aquilo me assombrava: como elas maltratam a Língua Portuguesa”, finalizou.

Com informações de O Fuxico.

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