Jordana Morais quebra o silêncio sobre uso de cotas raciais no passado

A influenciadora Jordana Morais resolveu colocar um ponto final na polêmica que voltou a circular nas redes sociais. O assunto? O fato de ela ter utilizado cotas raciais para prestar um concurso do TJDFT (Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios) lá em 2016.

Através de um texto longo no X (antigo Twitter), Jordana explicou que, na época, era apenas uma jovem tentando construir um futuro melhor. “Quando tudo isso aconteceu, em 2016, eu estava prestando o primeiro concurso público da minha vida”, relembrou.

A influenciadora admitiu que sua visão sobre a política de cotas mudou com o tempo e que hoje entende a questão como uma reparação histórica contra o racismo estrutural. Ela afirmou que, na época, se baseava na forma como se percebia: “Naquela época, a minha compreensão sobre esse tema era muito mais limitada. Eu entendia a questão racial principalmente a partir da forma como eu me percebia”.

Jordana, que também é advogada, negou veementemente ter cometido qualquer crime ou fraude. Ela explicou que se autodeclarou como parda por acreditar, de boa-fé, que se enquadrava na categoria.

“Aprender faz parte da vida. Mudar de entendimento diante de novos conhecimentos não é contradição. É amadurecimento”, desabafou a influenciadora, lamentando que seu processo de aprendizado esteja sendo narrado como algo ilegal.

Para encerrar a discussão, Jordana revelou um detalhe importante: ela sequer passou no concurso. “Nunca tomei posse, nunca ocupei cargo público, nunca recebi remuneração”, pontuou, reforçando que não houve vantagem indevida.

Com informações de O Fuxico.

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