Juju do Pix mostra resultado de cirurgias para retirar óleo mineral do rosto

A influenciadora Juju Oliveira, mais conhecida como Juju do Pix, compartilhou com seus seguidores a evolução de seu rosto após passar por uma série de cirurgias reparadoras. O médico Thiago Marra publicou um vídeo mostrando o “antes e depois” da paciente, que realizou três procedimentos nos últimos seis meses.

As intervenções servem para remover óleo mineral que foi injetado na face de Juju em 2017, durante um procedimento feito em uma clínica clandestina.

Ao mostrar o resultado parcial, o Dr. Thiago Marra elogiou a força da influenciadora diante das dificuldades e dos ataques que sofreu na internet.

“Mesmo diante de tantas críticas, ataques e episódios de transfobia nas redes sociais, a Juju demonstrou força, coragem e determinação para seguir em frente. Toda pessoa merece a oportunidade de reconstruir sua história. A Juju está vivendo esse novo capítulo com esperança, autoestima e muita coragem”, escreveu o médico.

Mas o tratamento ainda não acabou. Segundo o especialista, Juju precisará de novas cirurgias para retirar o restante do óleo mineral que ainda está endurecido no rosto. Além disso, ela aproveitou para substituir o material antigo nos seios por próteses de silicone de 550 ml.

Juju ficou famosa em 2020 ao contar o trauma de ter procurado uma clínica clandestina acreditando que aplicaria silicone industrial. Na época, ela relatou que injetaram cerca de 250 ml de produto nas bochechas, nariz, queixo e maxilar.

Posteriormente, exames revelaram que a substância era, na verdade, óleo mineral. “Eu paguei por silicone industrial. O rosto ficou muito diferente. Hoje fui buscar o exame e descobri que não se trata de silicone. Fui três vezes na pessoa que aplicou e olha o que colocaram no meu rosto: óleo mineral. E o que é o óleo mineral? Laxante. Fiz a primeira aplicação, não vi resultado. Fiz três vezes. Encheram a minha cara de laxante. No primeiro ano ficou muito bom, e depois não parou de aumentar, deformar, desceu para o pescoço”, relembrou.

O caso serve de alerta, já que a aplicação de substâncias sem registro por pessoas não habilitadas pode causar deformidades permanentes e infecções graves, exigindo cirurgias complexas de reconstrução.

Com informações de O Fuxico.

Deixe um comentário