Em 24 de março de 1990, a cidade de Vilhena, que na época possuía pouco mais de 30 mil habitantes, foi palco de um evento intrigante. Um comerciante do centro da cidade relatou ter visto um “segundo sol” durante o pôr do sol. O caso, que permaneceu como confidencial nos registros da Aeronáutica por mais de três décadas, foi recentemente revelado pelo Arquivo Nacional.
Segundo o depoimento de Wilson Volver Fermaier, dono de um supermercado na Avenida Major Amarante, ele avistou “uma luz forte, maior que o tamanho do sol, cor amarelo para vermelho, com grande velocidade em sentido reto com o horizonte, deixando um rastro de fumaça”. O relato foi considerado grave, levando o Serviço de Proteção ao Voo de Porto Velho a abrir uma investigação oficial

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O comerciante detalhou que o objeto não emitia som e se movia em uma “velocidade maior que a de um jato umas 100 vezes”. A observação durou 30 segundos e contou com a presença de duas testemunhas. A Aeronáutica enviou o tenente Nena Mendes, da Polícia Militar de Rondônia, para verificar o local da suposta queda, próximo à Fazenda Chupinguaia, onde moradores confirmaram as informações.
O caso chegou a ser reportado em Manaus, por meio do tenente-coronel Armando Antônio Rodrigues, que informou ao comando nacional sobre os episódios “estranhos” no céu de Vilhena. O dossiê foi classificado como sigiloso e enviado ao Governo Federal, tornando-se público apenas agora com a nova política de abertura de arquivos sobre objetos voadores não identificados.
Vilhena já havia atraído atenção ufológica anteriormente, em 1974, quando um professor de química paulista foi encontrado desacordado na Avenida Major Amarante, sem memória de como chegou a Rondônia vindo de São Paulo. O mistério, que ganhou repercussão nacional na época, reforça a mística da cidade no mapa da ufologia brasileira
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Com informações do Portal Amazônia.