Dívida pública federal sobe em agosto e chega a R$ 9,29 trilhões
Dívida pública federal cresce 0,04% em agosto e atinge R$ 9,29 trilhões, segundo dados da Secretaria do Tesouro Nacional.
Dívida pública federal cresce 0,04% em agosto e atinge R$ 9,29 trilhões, segundo dados da Secretaria do Tesouro Nacional.
OCDE revisa crescimento do PIB brasileiro para 2% em 2026, apontando consumo interno forte e juros em queda como principais motores da economia.
Banco Central reduz a taxa Selic para 13,75% ao ano em decisão unânime do Copom, marcando o quinto corte consecutivo para controlar a inflação.
Índice de Atividade Econômica (IBC-Br) recuou 0,2% em julho. Apesar da queda, resultado é superior à contração de junho; agropecuária e indústria pesaram no índice.
Kevin Warsh, presidente do Fed, sinaliza possível aumento de juros nos EUA para combater a inflação, o que pode pressionar a Selic e o câmbio no Brasil.
Dívida pública sobe para 82% do PIB e juros altos pressionam contas brasileiras, tornando o equilíbrio fiscal tema central nas campanhas presidenciais.
TCU decide, por 5 votos a 3, manter o uso de recursos do ‘dinheiro esquecido’ no Desenrola 2.0, afastando a urgência de suspender a política pública de renegociação de dívidas.
Ministro da Fazenda prevê ajuste fiscal de 2% do PIB e manutenção do arcabouço para tentar reduzir a taxa de juros em eventual novo mandato de Lula.
IBC-Br cresce 0,2% no 2º trimestre, revelando desaceleração da economia brasileira. Indústria e agro subiram, mas serviços recuaram.
Marcelo Noronha, presidente do Bradesco, defende a redução da taxa de juros ainda este ano, citando a inflação, mas alerta para riscos climáticos e geopolíticos.