A aplicação de cloro é uma das etapas mais críticas do tratamento de água, sendo um procedimento de controle e vigilância exigido pela legislação brasileira para garantir o consumo humano seguro. O processo de cloração ocorre desde a captação em lagos e mananciais até a distribuição final, assegurando a descontaminação do líquido.
As Estações de Tratamento de Água (ETAs) devem seguir a Portaria nº 888/2021 do Ministério da Saúde, que estabelece a concentração mínima de 0,2 mg/L e máxima de 2 mg/L de cloro residual. Segundo a engenheira química Rosilene Gomes Costa, mestra pela UFPA, “a água só é considerada potável quando ela passa por vários sistemas de regularização para estar dentro dos padrões de potabilidade da legislação brasileira”

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O impacto do uso do cloro reflete diretamente na saúde pública, com a redução da mortalidade infantil e a eliminação de doenças graves, como a cólera. “Quando você investe em água e saneamento, está investindo em saúde pública porque evita que a população passe por doenças de intestino, de pele e até infecção por bactérias e vírus”, pontua a especialista

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Além da desinfecção, o processo completo envolve coagulação, floculação, clarificação, filtração e fluoretação. Rosilene ressalta que o consumidor pode acompanhar a qualidade do serviço através da conta de água, onde constam dados como a informação média do pH, comprovando que a água que chega à residência é potável e segura para o consumo.
As informações fazem parte do quadro ‘Águas que transformam’, do programa Estação CBN Belém, que busca ampliar o diálogo sobre a melhoria do fornecimento de água na região amazônica

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Com informações do Portal Amazônia.