Neste 4 de outubro, data em que se celebra São Francisco de Assis, patrono da ecologia, coincide-se com o momento de exercer o direito ao voto. Para quem vive na Amazônia, surge uma questão fundamental: qual é o real compromisso de quem recebe o voto com a preservação da região?
É essencial analisar as propostas e a trajetória dos candidatos em relação ao desmatamento, ao garimpo ilegal e à proteção dos rios e povos tradicionais. A premissa é que a Amazônia precisa de desenvolvimento, gerando emprego e tecnologia, mas com a certeza de que “explorar não pode significar destruir”.

A discussão também passa pela justiça social. Se a região produz riqueza, esses benefícios devem alcançar o ribeirinho, o extrativista, o quilombola, o indígena e o agricultor familiar, combatendo a falta de saneamento, saúde e educação nas comunidades de origem.
O desafio atual é produzir riqueza preservando o patrimônio natural único da região. Não se pode permitir que a ganância prevaleça ou que se “deixe a boiada passar”, pois a proteção ambiental não é um entrave ao progresso, mas a garantia de futuro.
Diante da urna, a pergunta simples e necessária é: quem estamos escolhendo para cuidar da nossa casa? Afinal, o destino da Amazônia e a qualidade de vida de seus habitantes dependem diretamente das escolhas feitas no voto.
Com informações do Portal Amazônia.