Projeto da Amazônia leva inclusão digital a Moçambique: veja o impacto

O Instituto Descarte Correto, entidade focada em educação e tecnologia, alcançou um marco histórico ao realizar a primeira formatura internacional de seu Centro de Inclusão Digital. O projeto, que nasceu na Amazônia, celebrou a formação de 22 alunos do curso de informática básica em Chimoio, Moçambique, consolidando a expansão da iniciativa para além das fronteiras do Brasil

Instituto Descarte Correto
Capacitação teve duração de dois meses e ofereceu os conhecimentos fundamentais em informática para crianças, jovens e adultos de Chimoio, cidade do país africano. Foto: Divulgação/Instituto Descarte Correto

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A capacitação foi realizada em parceria com o Ministério Com Uma Missão Moçambique, com duração de dois meses. O curso atendeu crianças, jovens e adultos, oferecendo conhecimentos fundamentais de informática para enfrentar os desafios de um mercado conectado. Para muitos participantes, foi o primeiro contato com um computador

Capacitação possibilitou que alunos tivessem o primeiro contato com um computador. Foto: Divulgação/Instituto Descarte Correto

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Alessandro Dinelli, fundador do Instituto, destacou a emoção de ver o projeto crescer. “Ver um projeto que nasceu na Amazônia chegar ao continente africano é motivo de muita emoção e gratidão. Sempre acreditamos que a tecnologia pode ser uma ferramenta de transformação social e que a inclusão digital não tem fronteiras”, afirmou.

O educador Michel Castro ressaltou que a dedicação da turma ampliou as perspectivas profissionais e de comunicação dos alunos. “Ver esses alunos concluindo essa etapa mostra que investir em educação continua sendo um dos caminhos mais eficientes para transformar vidas”, pontuou.

A iniciativa agora planeja ampliar a implantação de Centros de Inclusão Digital em outros países através de novas parcerias

Projeto já conta com segunda turma com aulas iniciadas e prevê formação de mais alunos em informática básica. Foto: Divulgação/Instituto Descarte Correto

. Uma segunda turma, com 25 alunos, já iniciou as aulas em Moçambique, reforçando a missão de levar tecnologia a comunidades em situação de vulnerabilidade.

Para a presidente do Instituto, Camila Dinelli, a internacionalização valida a eficácia do modelo social criado na região norte. “É a confirmação de que um projeto social criado na Amazônia pode inspirar e transformar vidas em outros continentes”, concluiu

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Com informações do Portal Amazônia.

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