O Instituto Bicho D’Água, referência na conservação da biodiversidade da costa amazônica, iniciou uma nova fase de expansão para ampliar sua atuação na região Norte. A organização participa do Impulso PRIO, um programa de aceleração que oferece mentorias em gestão, governança e sustentabilidade financeira para 11 instituições socioambientais

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Com mais de dez anos de trabalho na Ilha de Marajó, o Instituto foi fundamental para elevar de cinco para 23 o número de espécies marinhas registradas no litoral paraense, incluindo o peixe-boi-marinho, boto-cinza e diversas espécies de baleias. A entidade monitora cerca de 120 quilômetros de praias, integrando ciência e preservação na Margem Equatorial brasileira.
Um dos diferenciais do projeto é o monitoramento participativo em Soure, onde ribeirinhos e pescadores informam avistamentos de peixes-boi e ocorrências de encalhes. “Nosso propósito é mudar o status de conservação das espécies da fauna aquática da região costeira amazônica. Para isso, precisamos fortalecer a instituição para ampliar nosso impacto e engajar cada vez mais pessoas nessa missão”, afirma a presidente Renata Emin

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O apoio da PRIO, maior empresa independente de óleo e gás do país, visa transformar a excelência científica do Instituto em uma estrutura de gestão autônoma. Segundo Olivia Stewart Richardson, Head de Comunicação da PRIO, o objetivo é que o impacto das ações “deixe de ser pontual e passe a ser contínuo”.
Para a equipe do Bicho D’Água, a profissionalização da gestão é a chave para superar a incerteza financeira e garantir a continuidade dos Planos Nacionais de Conservação de mamíferos aquáticos e cetáceos na Amazônia

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Com informações do Portal Amazônia.