Armadilhas contra Aedes em Boa Vista: o que muda para quem mora lá

A Prefeitura de Boa Vista deu início nesta segunda-feira, 10, ao mapeamento de residências que poderão receber as ovitrampas, dispositivos utilizados para monitorar a circulação do mosquito Aedes aegypti. Ao longo desta semana, Agentes de Combate às Endemias (ACE) percorrerão 14 bairros da capital para selecionar os locais e orientar a população sobre a importância da medida

Prefeitura mapeia casas para instalar armadilhas contra Aedes aegypti em Boa Vista
Vigilância reforçada para identificar áreas com maior presença do Aedes e intensificar a prevenção. Foto: Francisco Sena/PMBV

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As ovitrampas funcionam atraindo as fêmeas do mosquito para a deposição de ovos, o que permite à gestão municipal identificar as áreas com maior incidência do vetor e intensificar o controle preventivo. A instalação efetiva dos equipamentos está programada para começar na próxima segunda-feira, 17.

A ação prioriza bairros com maior volume de casos prováveis de chikungunya, zika e dengue. Estão na lista: Alvorada, Caranã, Cauamé, Cidade Satélite, Dr. Silvio Botelho, Dr. Silvio Leite, Jardim Equatorial, Jóquei Clube, Nova Cidade, Pintolândia, Raiar do Sol, Santa Tereza, Senador Hélio Campos e São Bento

A instalação da ovitrampa só é feita com o consentimento do morador ou responsável pelo imóvel. Foto: Francisco Sena/PMBV

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“As equipes farão todo o acompanhamento. Cerca de cinco a sete dias depois da instalação, serão recolhidas as palhetas que ficam dentro das armadilhas para análise. Com o monitoramento, a prefeitura passa a contar com informações mais precisas sobre a circulação do Aedes aegypti em diferentes regiões da cidade”, explicou Pedro Siqueira, superintendente de Vigilância em Saúde e Ambiente.

Para que a ovitrampa seja instalada, é necessário o consentimento do morador ou responsável, motivo pelo qual os agentes estão coletando assinaturas e fornecendo instruções sobre a data de implantação. “Quem tiver uma ovitrampa instalada em casa deve evitar retirar ou mudar o equipamento de lugar e, principalmente, deve permitir a entrada dos agentes no local. As equipes trabalham devidamente identificadas, para a segurança dos profissionais e dos moradores”, ressaltou Pedro

A população deve manter a limpeza de quintais e eliminar possíveis criadouros. Foto: Andrezza Mariot/PMBV

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A administração municipal reforça que, apesar do monitoramento tecnológico, a colaboração dos cidadãos permanece essencial. A manutenção de quintais limpos e a eliminação de recipientes que acumulem água continuam sendo as medidas fundamentais para evitar a proliferação do mosquito.

Com informações do Portal Amazônia.

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