Eduardo Saverin permaneceu no topo da lista dos brasileiros mais ricos em 2026. Pelo quarto ano seguido, o cofundador do Facebook lidera o ranking da Forbes, com um patrimônio estimado em R$ 162,9 bilhões.
Acompanhando a variação do valor de suas ações na Meta, Saverin diminuiu a diferença em relação aos outros bilionários do Brasil em 2026. Ele continua à frente de Vicky Safra e família, que ocupam a segunda colocação, com R$ 130,6 bilhões.
Embora a classificação de Vicky tenha mudado no ranking global da Forbes, posicionando-a agora na Grécia, a empresária permanece na lista da Forbes Brasil. De acordo com a publicação, ela mantém negócios no país e CPF ativo.
As cinco primeiras posições do ranking não sofreram alterações. Jorge Paulo Lemann continua em terceiro lugar, com um patrimônio de R$ 103,5 bilhões. André Esteves, do BTG Pactual, permanece na quarta posição, com R$ 66,1 bilhões, enquanto Fernando Roberto Moreira Salles manteve o quinto lugar, com R$ 50,3 bilhões.
No grupo dos dez maiores, Pedro Moreira Salles foi o único dos veteranos a subir de posição. O empresário avançou do sétimo para o sexto lugar, com uma fortuna estimada em R$ 46,5 bilhões.
Em contrapartida, Carlos Alberto Sicupira registrou queda. O empresário, que estava na sexta posição no ano anterior, agora aparece em nono lugar, com R$ 32,7 bilhões. Já Miguel Krigsner, fundador do Grupo Boticário, manteve-se na oitava colocação, com seu patrimônio subindo de R$ 34,2 bilhões para R$ 35,3 bilhões.
A lista de 2026 apresentou duas novidades no top 10. Max Van Hoegaerden Herrmann Telles, vinculado à 3G Capital e à AB InBev, estreou na sétima posição, com fortuna de R$ 37,8 bilhões.
A outra estreia é de Ricardo Faria, controlador da Global Eggs e fundador da Granja Faria. Conhecido como o “rei do ovo”, o empresário ocupa a nona posição, com patrimônio estimado em R$ 34,8 bilhões.
Essas novas entradas alteraram a composição final do top 10, mas não mexeram nos cinco primeiros colocados. A queda mais expressiva foi a de Carlos Alberto Sicupira, que recuou da sexta para a nona posição.
Além disso, dois nomes que integravam a lista em 2025 ficaram de fora em 2026: Jorge Neval Moll Filho, da Rede D’Or, que estava em décimo, e Alexandre Behring da Costa, da 3G Capital, que ocupava a nona posição.
Com informações do G1