Anitta abre as portas de sua mansão e fala sobre nova fase

Anitta abriu as portas de sua mansão no Rio de Janeiro para Eliana no programa “Em Família” neste domingo (19). A casa, avaliada em R$ 11 milhões, impressiona, mas a cantora fez questão de lembrar de suas origens humildes.

Entre risos e lembranças, Anitta relembrou: “Foi muito trabalho. Menina, quando cheguei nessa casa primeiro dia, ficava olhando, ficava não estou acreditando nessa casa. Pensei que era mentira”. Ela contrastou a simplicidade de sua primeira casa, onde a família se reunia no quarto por falta de sala, com o conforto atual, que permite receber toda a família.

A cantora também mostrou um lado mais espiritual, revelando ter feito um altar para sua avó. “Fiz um altarzinho de Nossa Senhora para minha avó, porque a gente continua com a memória muito forte dela, do meu avô… Meu avô que me levou para igreja para cantar. Ela me botou de coroinha. Meu pai é do Candomblé, minha mãe é Católica, misturei um pouco de cada coisa”, explicou.

A família de Anitta também participou da entrevista. Sua mãe, Miriam, relembrou a infância e o temperamento forte da filha, enquanto o irmão Renan brincou sobre o ciúme da cantora com a família. Anitta reagiu com bom humor: “Eu não sou ciumenta, que surto”.

Anitta também refletiu sobre suas fases artísticas, mencionando a ansiedade durante a produção de “No Versions of Me”, a esperança de “Ritmo Perfeito” e a empolgação com “Girls From Rio”. Ela descreveu “Equilibrium” como a busca por um meio termo entre trabalho e descanso.

A cantora afirmou estar em uma nova fase, buscando mais equilíbrio emocional. “Mais namastê que namastreta”, brincou. Apesar disso, admitiu ter medo de “enlouquecer”. Anitta também revelou que prefere “passar vontade” a “pagar pra ver”, e que não separa sua vida pessoal da artística: “Eu não sei escolher. Quero o meio do caminho porque uma coisa vem com a outra, não existe essa divisão. A Anitta é a minha versão superpoderosa de mim mesma”.

A visita à casa de Anitta revelou uma artista em constante reconstrução, que valoriza suas origens, sua família e sua espiritualidade.

Com informações de O Fuxico.

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