Os segurados do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), incluindo aposentados e pensionistas, iniciam o recebimento dos pagamentos relativos ao mês de setembro nesta quinta-feira (24). O cronograma de liberação dos recursos segue a organização tradicional do órgão previdenciário.
A definição de quem recebe em cada data é feita com base no número final do cartão do benefício. É importante ressaltar que, para a consulta do calendário, não deve ser considerado o dígito verificador, que é aquele numeral localizado após o traço no documento.
A ordem de pagamento prioriza os segurados que possuem rendimentos de até um salário mínimo. Para aqueles que recebem valores acima do piso nacional, a liberação dos créditos ocorrerá na sequência do cronograma.
Para quem recebe até um salário mínimo, as datas são as seguintes: Final 1 em 24/9; Final 2 em 25/9; Final 3 em 28/9; Final 4 em 29/9; Final 5 em 30/9; Final 6 em 1º/10; Final 7 em 2/10; Final 8 em 5/10; Final 9 em 6/10; e Final 0 em 7/10.
Já para os beneficiários com rendimentos superiores ao salário mínimo, o calendário é organizado da seguinte forma: Finais 1 e 6 recebem em 1º/10; Finais 2 e 7 em 02/10; Finais 3 e 8 em 05/10; Finais 4 e 9 em 06/10; e Finais 5 e 0 em 07/10.
Para evitar confusões na hora de conferir a data, o segurado deve observar apenas o número final do benefício, ignorando o dígito verificador. No caso de quem ganha até o mínimo, a sequência inicia pelo final 1. Para quem recebe acima desse valor, o ciclo começa com os finais 1 e 6, seguindo para 2 e 7 no dia posterior, e assim sucessivamente.
A consulta do valor exato a ser recebido pode ser feita de maneira digital, através do aplicativo “Meu INSS” ou pelo portal oficial meu.inss.gov.br. Para acessar essas plataformas, o usuário precisa utilizar o CPF e a senha cadastrados no sistema Gov.br.
Além dos canais digitais, o INSS disponibiliza a central de atendimento telefônico 135. O serviço funciona de segunda a sábado, das 7h às 22h, oferecendo suporte e informações detalhadas sobre os benefícios previdenciários.
Com informações do G1