10 mil tracajás soltos no Amazonas: o que muda para ribeirinhos

Mais de 10 mil filhotes de tracajás foram devolvidos à natureza em comunidades ribeirinhas do Amazonas, em ação do Instituto Claro e da Universidade Federal do Amazonas (UFAM). A iniciativa, parte do projeto Pé-de-Pincha, visa proteger a espécie e seu habitat.

As solturas ocorreram nas comunidades de Santo Antônio, Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, São José, Lago Preto, Brasil 2, Pirainha, Tracajás e Tucunaré. Além da soltura dos animais, o projeto envolve educação ambiental com palestras e treinamentos para a população local.

“Iniciar as comemorações dos 25 anos do Instituto Claro com uma ação como essa, que une Educação e Cidadania, torna esse momento ainda mais significativo. Cada soltura representa um novo passo para a preservação ambiental e a sustentabilidade das comunidades”, afirmou Daniely Gomieiro, vice-presidente de Projetos do Instituto Claro.

Criado em 2010, o projeto Pé-de-Pincha coleta ovos de tracajás durante a seca dos rios e os leva para áreas protegidas, onde os filhotes são monitorados até a época das cheias, quando são reintegrados ao ecossistema.

soltura tracajás
Iniciativa é realizada pelo projeto Pé-de-Pincha, desenvolvida pelo Programa de Pesquisa e Extensão da Universidade Federal do Amazonas (UFAM) e patrocinado pelo Instituto Claro desde 2014.

O Instituto Claro apoia o projeto desde 2014, investindo em educação ambiental e apoio à população ribeirinha.

A parceria entre o Instituto Claro e a UFAM demonstra um compromisso com a preservação da biodiversidade amazônica e o desenvolvimento sustentável das comunidades locais.

Com informações do Portal Amazônia.

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