Logística reversa: como descartar eletrônicos e o que esperar do processo

Sabe aquele celular ou computador ultrapassado que ficou esquecido na gaveta? Equipamentos eletrônicos sem uso podem ser encaminhados para a logística reversa, um processo que organiza o retorno dos produtos após o consumo para que sejam submetidos a “reutilização, recondicionamento, reciclagem ou descarte ambientalmente adequado”.

Para que o sistema funcione, a organização é fundamental. O ciclo começa com a coleta, fase em que o cidadão entrega pilhas, baterias e aparelhos em pontos específicos, como lojas, supermercados ou cooperativas de reciclagem, evitando que esses materiais parem no lixo comum

coleta, parte fundamental da logística reversa
Foto: Hector Muniz/ Portal Amazônia

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Após a coleta, ocorre a triagem, onde se define o que pode ser consertado e o que deve ser descartado com segurança. Na sequência, o processamento desmonta os equipamentos para separar plásticos, metais e vidros, que são então reintroduzidos no mercado como matéria-prima para novos produtos

Imagem colorida mostra coleta de resíduo eletrônico sendo coletado em Viseu no Pará para descarte
Foto: Reprodução/ Insituto Descarte Correto

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A prática traz benefícios reais para a região amazônica, como a redução da poluição de rios e aterros e a preservação de recursos naturais, já que evita a extração de novas matérias-primas do zero. Além do ganho ambiental, a logística reversa reduz custos industriais e gera receita através da recuperação de materiais

Foto: Adriano Magalhães/Agência Belém

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Para as organizações, a adoção dessas práticas integra políticas de gestão ambiental e sustentabilidade, garantindo que o ciclo de vida dos produtos seja ampliado e que o impacto no ecossistema local seja minimizado.

Com informações do Portal Amazônia.

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