A estreia do Madring no calendário da Fórmula 1 fará o GP da Espanha alcançar seis pistas diferentes como palco da prova. Ao longo da história, o país recebeu 55 edições em cinco circuitos até 2025.
Com a corrida de 2026 em Madrid, o GP da Espanha chega à 56ª edição no campeonato e ganha um novo endereço.
Barcelona é a maior anfitriã
- Pedralbes — Barcelona: 2 edições — 1951 e 1954
- Montjuïc Park — Barcelona: 4 edições — 1969, 1971, 1973 e 1975
- Jarama — Região de Madrid: 9 edições — 1968, 1970, 1972, 1974, 1976, 1977, 1978, 1979 e 1981
- Jerez de la Frontera — Jerez: 5 edições — de 1986 a 1990
- Barcelona-Catalunya — Montmeló: 35 edições — de 1991 a 2025
- Madring — Madrid: 1 edição — 2026
O Circuito de Barcelona-Catalunha é o recordista, com 35 edições consecutivas do GP da Espanha entre 1991 e 2025. Mais de seis em cada dez corridas do país no Mundial foram realizadas no circuito de Montmeló.
A segunda pista que mais recebeu a prova foi Jarama, na região de Madri. O circuito sediou nove edições, a última delas em 1981.
A história começou em Pedralbes
O primeiro GP da Espanha válido pelo Mundial aconteceu em 1951, no circuito de Pedralbes, em Barcelona. A pista voltou a receber a corrida em 1954, antes de deixar o calendário.
Depois de um intervalo de 14 anos, a prova retornou em 1968, no circuito de Jarama. A pista dividiu o evento com Montjuïc Park durante a década de 1970, em um sistema de alternância entre Madri e Barcelona.
Montjuïc recebeu quatro edições, mas deixou o calendário após o acidente de 1975, quando o carro de Rolf Stommelen saiu da pista e atingiu o público. A corrida foi interrompida e terminou com a vitória de Jochen Mass.
Jerez recebeu cinco corridas
Entre 1986 e 1990, o GP da Espanha foi realizado no circuito de Jerez de la Frontera. A partir de 1991, Barcelona assumiu o posto de sede fixa da corrida e permaneceu no calendário por 35 anos.
Fonte: Band F1