Recall: Defeito em sensor pode impedir airbag de passageiro em Ford Bronco Sport e Maverick

Ford convoca recall de Bronco Sport e Maverick: sensor defeituoso pode impedir o funcionamento do airbag do passageiro

A Ford do Brasil anunciou um recall para as versões Tremor, Black e Hybrid dos modelos Bronco Sport e Maverick, fabricados em 2025. O problema reside em um possível defeito no sensor de detecção de passageiro dianteiro.

Segundo a montadora, o mau funcionamento do sensor pode desativar o airbag do passageiro. “Em caso de colisão, o não acionamento do airbag aumenta o risco de danos físicos e até mesmo fatais ao passageiro dianteiro”, explica a Ford em nota oficial.

O defeito é atribuído a uma falha no processo de fabricação do sensor. A Ford informa que o motorista será alertado sobre o problema através da luz de advertência no painel de instrumentos e pela indicação de que o airbag do passageiro está desligado.

A solução para o problema é a substituição do componente, que será realizada gratuitamente nas concessionárias Ford. No entanto, a empresa esclarece que o reparo só estará disponível a partir do último trimestre de 2026, devido à indisponibilidade da peça no momento.

Os chassis envolvidos no recall são:

  • Ford Bronco Sport 2025: 3FMCR9DA9SRF14826 (29/07/2025), 3FMCR9DAXSRF14799 e 3FMCR9DA5SRF15519 (05/08/2025).
  • Ford Maverick Tremor 2025: 3FTTW8NA5SRB44531 e 3FTTW8NA5SRB59286 (10/10/2025).
  • Ford Maverick Black 2025: De SRB29780 até SRB31207 (08/08/2025).
  • Ford Maverick Hybrid 2025: De SRB27247 até SRB45800 (08/08/2025 a 11/09/2025).

Este não é o primeiro recall envolvendo os modelos Bronco e Maverick. Em março, a Ford já havia convocado os veículos devido a um problema na válvula de recirculação de gases do escape (EGR), que poderia causar aceleração fraca, vibração do motor e até perda de força motriz, aumentando o risco de acidentes.

Segundo a montadora, o defeito na EGR pode provocar aceleração fraca, vibração do motor, dificuldade na partida, acendimento da luz de aviso de mau funcionamento do motor e perda de força motriz, especialmente em baixas velocidades, de até 20 km/h. “Nessas condições, há aumento do risco de acidentes, com possibilidade de danos físicos aos ocupantes do veículo e a terceiros”, informou a Ford na época.

Com informações do G1

Deixe um comentário