Virginia Fonseca se manifesta sobre investigação da WePink

Virginia Fonseca usou as redes sociais para responder às críticas e aos questionamentos sobre seus negócios, após a divulgação de uma reportagem que cita uma possível investigação da Polícia Federal (PF). A reportagem aponta movimentações financeiras suspeitas ligadas à influenciadora e suas empresas.

“Eu estava pensando esses dias… E sabe de uma coisa? Eu também me canso. Eu também tenho dias em que dói. Mas eu me reconstruo”, desabafou Virginia. Ela relembrou que sempre enfrentou julgamentos desde o início de sua carreira na internet.

A influenciadora ressaltou que construiu seus negócios com muito trabalho e que os números de suas empresas passam por auditoria. “Percebi que uma das maiores lições que a vida me ensinou até hoje foi que as pessoas sempre vão ter uma opinião sobre você”, completou.

Virginia também relembrou as críticas que recebeu ao longo da carreira, desde o início de sua trajetória como criadora de conteúdo até a construção de seus negócios e sua vida pessoal. “Quando comecei a gravar vídeos para a internet, diziam que eu estava passando vergonha. E eu senti vergonha. Mas continuei”, relatou.

“Nos relacionamentos, fui julgada. Na maternidade, fui julgada. Quando construí empresas do zero, fui julgada. Me lembro de quando diziam que não duraria um ano. Depois que era barato demais. Depois que era sorte”, escreveu Virginia. “E quando já não existia mais o que dizer, começaram a questionar os métodos, os números e os resultados. Os números das empresas que construímos com tanto trabalho passaram a ser questionados, mesmo sendo auditados por uma das maiores empresas de auditoria, a BDO”, finalizou.

O que diz a reportagem sobre a investigação

De acordo com a revista Piauí, a investigação da Polícia Federal surgiu a partir de Relatórios de Inteligência Financeira (RIFs) do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). A apuração busca verificar a legalidade das operações financeiras relacionadas à Virginia Fonseca e suas empresas, além da origem dos recursos movimentados e a possível prática de crimes financeiros, fiscais e de lavagem de dinheiro.

A reportagem aponta questionamentos sobre movimentações financeiras envolvendo a Talismã Digital, que recebeu R$ 22,4 milhões entre março e setembro de 2024, principalmente via PIX e TED. O principal responsável pelos depósitos estaria enquadrado no Simples Nacional, o que chamou a atenção dos órgãos de controle.

Ainda segundo a Piauí, entre janeiro e março de 2025, a Wepink Suplementos Nutricionais registrou R$ 43,6 milhões em créditos e R$ 43,5 milhões em débitos, um montante que aparentemente não corresponderia ao faturamento mensal informado pela empresa. A Wepink Cosméticos (Savi Cosméticos S.A.) também teve movimentações suspeitas, com 190 operações totalizando R$ 502 mil entre novembro de 2023 e maio de 2024, realizadas em depósitos em caixas eletrônicos de diferentes bancos.

Até o momento, não há informações sobre denúncia formal ou condenação relacionada ao caso.

Com informações de O Fuxico.

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