O Arquivo Guilherme de La Penha, do Museu Paraense Emílio Goeldi (MPEG) em Belém, disponibiliza um acervo de mais de 20 mil documentos para a sociedade. A instituição busca democratizar o acesso a registros históricos sobre a Amazônia, abrangendo temas de gênero, raça e etnia, servindo como fonte essencial para pesquisas científicas, jornalísticas e educativas

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Para quem deseja realizar consultas presenciais, o agendamento deve ser feito via e-mail (arquivo@museu-goeldi.br), informando o tema, período e tipo de documentação pretendida. A chefe do setor, Lilian Bayma, ressalta que o espaço “está aberto a estudantes de nível médio, universitários e demais pesquisadores que queiram fazer pesquisa na região amazônica”.
O acervo digital também é uma opção para quem não está no Pará. Parte do material fotográfico já integra a plataforma Brasiliana Fotográfica, sendo o Museu Goeldi a primeira instituição da Amazônia a aderir ao ambiente digital. Entre os destaques estão álbuns sobre a cidade de Belém e a trajetória de Emília Snethlage, pioneira da ciência na região

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Com quase 160 anos de história, o arquivo preserva desde negativos de vidro do século XIX até documentos institucionais modernos. Segundo o técnico Pablo Borges, a coleção salvaguarda a memória do processo de institucionalização da ciência na Amazônia, incluindo registros de povos indígenas, populações tradicionais e a evolução das paisagens locais.
Com informações do Portal Amazônia.