O Governo Federal instituiu o Sistema Nacional de Trilhas (Sintrilhas) por meio do Decreto nº 15.180/2025, transformando áreas de visitação em política pública permanente. A medida impacta diretamente a Trilha Amazônia Atlântica, que conecta unidades de conservação em seis estados, incluindo o Pará e o Amapá, integrando conservação ambiental e turismo sustentável

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A iniciativa, fruto de articulação entre ICMBio, Ministério do Meio Ambiente e Ministério do Turismo, visa estruturar a rede de trilhas para ampliar a segurança dos usuários e atrair turistas internacionais. “Temos a obrigação de preservar nossas riquezas naturais e fazer com que elas tenham utilidade para o povo brasileiro”, afirmou o presidente Lula.
Para as comunidades locais na Amazônia, a mudança significa a formalização de oportunidades econômicas. O Sintrilhas fortalece a economia regional ao estimular serviços de hospedagem, alimentação e artesanato, especialmente através do turismo de base comunitária, levando visitantes a regiões fora dos circuitos turísticos tradicionais

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Um dos destaques da nova gestão é a padronização da sinalização com as “pegadas amarelas e pretas”, que facilitam a navegação e aumentam a segurança de quem percorre os trajetos. Além disso, o decreto confere maior segurança jurídica para o planejamento de novas trilhas e a manutenção das já existentes.
Paralelamente, o governo anunciou a captação de R$ 370 milhões em doações internacionais para o programa ARPA Comunidades. O investimento beneficiará 60 Unidades de Conservação de Uso Sustentável na Amazônia, protegendo cerca de 23 milhões de hectares de floresta e apoiando povos e comunidades tradicionais

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Com informações do Portal Amazônia.