De Novo Aripuanã para a Escócia: a história da amazonense na Copa do Mundo

A distância de nove mil quilômetros entre o Brasil e a Escócia não foi barreira para Ester Moraes. Natural de Novo Aripuanã, município a 227 quilômetros de Manaus, a jornalista de 26 anos trocou a Amazônia por Glasgow após conhecer seu esposo, o escocês Robin McGonigle.

Conexão Amazonas-Escócia

Agora, com o confronto entre Brasil e Escócia na Copa do Mundo 2026, Ester vive um dilema emocional. Ela relata que, na terra dos castelos, o futebol é tratado como um estilo de vida: “O futebol na Escócia é mais amado que no Brasil, é como se fosse um estilo de vida. Algo que fazem toda semana, ir nos estádios, ter coleções de tudo que é possível”.

Para seu marido, a classificação da Escócia para o Mundial após 28 anos é um evento histórico, já que ele nunca havia visto o país jogar uma Copa. Enquanto isso, Ester, torcedora do Flamengo, tenta equilibrar o coração entre a pátria e a nova casa, palpitando em um placar de 3 a 1 para a Seleção Brasileira.

Apesar da adaptação no Reino Unido, a nostalgia pelas raízes amazônicas permanece forte, especialmente na gastronomia. “Sinto saudade de tudo. Tucumã, um x-caboquinho e peixe igual ao nosso não existe no mundo”, afirma a jornalista, que recorda com emoção a última visita ao estado junto ao marido.

Durante a viagem ao Amazonas, Robin ficou encantado com a exuberância da região. Para Ester, a experiência reforçou o orgulho de sua origem: “Ser amazonense desperta curiosidade e admiração nas pessoas”.

Com informações do Portal Amazônia.

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