Indústria na agenda de 2026: o que muda para a economia do Amazonas

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) apresentou, em Brasília, o documento “Construindo o Brasil 2050: a indústria na agenda dos presidenciáveis”. O plano, entregue a pré-candidatos como Flávio Bolsonaro, Romeu Zema e Ronaldo Caiado, busca transformar a política industrial em uma política de Estado perene, similar ao impacto do Plano Safra para o agronegócio.

A estratégia está dividida em três frentes: uma agenda macroeconômica para crescimento sustentado, políticas de desenvolvimento produtivo — que incluem inovação e desenvolvimento regional — e a redução do ‘Custo Brasil’, focando em transporte, tributação e energia [[IMG_1]].

Para a região Norte, a participação foi estratégica. O presidente da CNI, Antonio Ricardo Alvarez Alban, destacou a presença de representantes do Amazonas no evento, ressaltando que “reposicionar a indústria no centro do projeto de desenvolvimento do país é, de fato, um caminho inevitável para um Brasil mais inovador, sustentável e socialmente justo — e o Amazonas tem muito a contribuir nessa agenda”.

O presidente da FIEAM, Antonio Silva, avalia que o roteiro da CNI é seguro para a adoção de uma estratégia de desenvolvimento nacional coesa. Segundo ele, a indústria brasileira colabora para que o próximo governo e a futura legislatura do Congresso Nacional possam “romper amarras do atraso e iniciar nova jornada de longo e consistente crescimento até 2050”.

Com informações do Portal Amazônia.

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