Agronegócio brasileiro expande atuação global e abre 29 mercados em 9 países, impulsionando as exportações
O agronegócio brasileiro continua em expansão, abrindo mercados para 29 produtos em nove países nos primeiros 17 dias de abril, conforme divulgado pelo Ministério da Agricultura. A iniciativa abrange desde proteína animal até frutas, grãos e outros itens, consolidando o Brasil como um importante player no cenário internacional.
Entre os países beneficiados estão Vietnã, Arábia Saudita, Etiópia e El Salvador, que receberão produtos como carne bovina, frutas tropicais, grãos e insumos para a produção agrícola. Essa expansão se soma à abertura de 30 novos mercados nos três primeiros meses do ano, demonstrando o dinamismo do setor.
As exportações do agronegócio brasileiro alcançaram um marco histórico no primeiro trimestre de 2026, totalizando US$ 38,1 bilhões. Esse valor representa um crescimento de 0,9% em comparação com o mesmo período de 2025, evidenciando a resiliência e o potencial do setor.
A Etiópia se destaca como um novo mercado importante, com a aprovação de diversos produtos, incluindo sementes de forrageiras, carne bovina, suína e de aves, além de produtos lácteos e pescado. A Arábia Saudita também ampliou sua importação de frutas brasileiras, como abacate, goiaba e maracujá. Já o Vietnã passou a importar miúdos bovinos e suínos.
A lista completa de aberturas de mercado inclui produtos como uvas para o Azerbaijão, feno para a Jordânia, oócitos ovinos e caprinos para Angola, sementes de pimenta para o Peru e grãos secos de milho para as Filipinas. Essa diversificação demonstra a capacidade do agronegócio brasileiro de atender às demandas de diferentes mercados.
O Ministério da Agricultura ressalta a importância dessas conquistas para o crescimento econômico do país. “Estamos trabalhando incansavelmente para ampliar as oportunidades para o agronegócio brasileiro, buscando novos mercados e fortalecendo as relações comerciais existentes”, afirmou o ministério em nota.
A expectativa é que o Brasil continue a bater recordes de exportação e produção de soja em 2026, impulsionado pela crescente demanda global e pela competitividade do setor.
Com informações do G1