Em alusão ao Dia Mundial da Doença de Chagas (14 de abril), a Agência Estadual de Vigilância em Saúde de Rondônia (Agevisa/RO) intensificou as ações de prevenção e orientação à população. A doença, que pode comprometer seriamente o coração, exige atenção redobrada, especialmente em áreas com presença do vetor, o barbeiro.
Apesar de muitas pessoas não apresentarem sintomas iniciais, a Doença de Chagas pode evoluir ao longo dos anos, causando arritmias, insuficiência cardíaca e dificuldades na circulação sanguínea. Entre 2021 e 2025, foram registrados 618 casos suspeitos em Rondônia, com seis confirmações, além de casos da forma crônica da doença, evidenciando seu caráter silencioso.
O coordenador estadual da doença de Chagas, José Maria Ribeiro, alerta: “Embora muitas pessoas não apresentem sintomas iniciais, ela pode evoluir ao longo dos anos e comprometer seriamente o coração”. A Agevisa/RO monitora a circulação do parasita através da análise de insetos vetores, identificando positividade em diversos municípios, reforçando a necessidade de vigilância contínua.

A prevenção é o caminho mais eficaz para evitar complicações. A Agevisa/RO, em parceria com a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau), municípios e laboratórios, orienta a população sobre como agir ao encontrar o barbeiro e a importância de procurar uma unidade de saúde em caso de suspeita. A recomendação é não manusear o inseto diretamente, mas sim entregá-lo aos pontos de coleta ou unidades de saúde para análise.
Os sintomas iniciais da Doença de Chagas podem ser leves, como febre, cansaço e mal-estar, ou até mesmo passar despercebidos. No entanto, com o tempo, a doença pode provocar alterações cardíacas e digestivas, impactando a qualidade de vida.
*Com informações da Agevisa/RO
Com informações do Portal Amazônia.