A transição verde é o processo de transformação da economia e da sociedade para reduzir os impactos ambientais, substituindo práticas poluentes por alternativas mais sustentáveis. Na prática, isso significa conciliar o crescimento econômico e o desenvolvimento das cidades com a preservação ambiental e a inclusão social, abrangendo desde a produção de energia até a fabricação de alimentos

.
Para que esse modelo se consolide, a estratégia deve ser integradora, unindo cidadãos, empresas e o poder público. Os pilares fundamentais incluem a aposta em energia limpa (solar, eólica e biomassa), a descarbonização da indústria, a economia circular para reduzir desperdícios e a mobilidade sustentável, com incentivo a veículos elétricos e transporte coletivo.
O Brasil ocupa uma posição estratégica nesse cenário, especialmente devido à sua matriz elétrica renovável e ao potencial de biocombustíveis. A Amazônia, especificamente, desempenha um papel fundamental na regulação do clima global, colocando a região no centro das estratégias de sustentabilidade, embora desafios como o desmatamento ilegal ainda persistam

.
Além da questão ambiental, surge o conceito de “transição justa”, que defende que o enfrentamento das mudanças climáticas ocorra de maneira equitativa e inclusiva. Isso implica criar oportunidades de trabalho decentes e evitar que a mudança para uma economia de baixo carbono gere desemprego ou aprofunde desigualdades históricas.
A transição justa busca garantir que benefícios, como o transporte limpo e novas vagas de emprego, cheguem a todas as camadas da população, priorizando o bem-estar social como o principal indicador de progresso nacional
.
Com informações do Portal Amazônia.