Representantes de organizações indígenas, instituições do Estado equatoriano e a Organização do Tratado de Cooperação Amazônica (OTCA) reuniram-se na província de Pastaza para fortalecer o Mecanismo Amazônico dos Povos Indígenas (MAPI). O objetivo central foi construir propostas para uma governança regional mais participativa e intercultural, integrando conhecimentos ancestrais às políticas públicas

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Durante o evento, foram debatidos avanços do Plano de Trabalho 2026–2027 e a criação de um Fórum dos Povos Indígenas. O grupo defendeu que a gestão da Amazônia deve incorporar permanentemente a participação de mulheres, jovens e a diversidade territorial para garantir a sustentabilidade da região.
Um dos pontos críticos discutidos foi a proteção de Povos Indígenas em Isolamento e Contato Inicial (PIACI). As recomendações incluem a ampliação de sistemas de alerta precoce e o reforço do monitoramento contra atividades que ameaçam esses grupos, além de avanços na titulação de territórios ancestrais

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O Equador propôs ao MAPI a valorização da medicina ancestral, a recuperação de línguas indígenas e a promoção de reuniões itinerantes pelos países amazônicos. A iniciativa busca garantir que a proteção da floresta ocorra via cooperação entre governos e comunidades locais.
O encontro foi viabilizado pela subvenção Raízes Indígenas para a Governança Amazônica (RAIGA), do Programa Amazônia+, com financiamento da União Europeia e implementação de agências internacionais

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Com informações do Portal Amazônia.