A Área de Proteção Ambiental (APA) Triunfo do Xingu, localizada nos municípios de São Félix do Xingu e Altamira, no Pará, consolidou-se como a unidade de conservação mais pressionada pelo desmatamento na Amazônia no segundo trimestre de 2026. Pelo quinto ano consecutivo, a área lidera o ranking de perda florestal interna
| Ranking | Nome | Categoria | Estado |
| 1 | APA Triunfo do Xingu | UCE | PA |
| 2 | Resex Chico Mendes | UCF | AC |
| 3 | APA do Tapajós | UCF | PA |
| 4 | APA do Lago de Tucuruí | UCE | PA |
| 5 | TI Yanomami | TI | AM/RR |
| 6 | Resex Guariba-Roosevelt | UCE | MT |
| 7 | FES do Antimary | UCE | AC |
| 8 | FES do Mogno | UCE | AC |
| 9 | PI Xingu | TI | MT |
| 10 | APA Arquipélago do Marajó | UCE | PA |
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O estado do Pará concentra o maior volume de áreas protegidas sob ameaça. Além da APA Triunfo do Xingu, outras três unidades paraenses figuram entre as mais afetadas, seguidas por territórios no Acre e Mato Grosso. O estudo do Imazon diferencia a ‘pressão’, quando a derrubada ocorre dentro dos limites, da ‘ameaça’, quando o desmatamento avança no entorno

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Segundo o pesquisador Carlos Souza Jr., “a permanência de uma área protegida sob pressão constante do desmatamento impacta diretamente a integridade da floresta, causa a degradação e a fragmentação florestal contínuas, comprometendo a resiliência do ecossistema”. O cenário reforça a necessidade urgente de fiscalização rigorosa para punir os responsáveis.
O alerta se estende às terras indígenas, com destaque para a TI Yanomami, entre Amazonas e Roraima, e o Parque Indígena do Xingu, no Mato Grosso, que registraram os maiores índices de alertas de desmatamento
| Ranking | Nome | Estado |
| 1 | TI Yanomami | AM/RR |
| 2 | PI Xingu | MT |
| 3 | TI Cachoeira Seca do Iriri | PA |
| 4 | TI Aripuanã | MT |
| 5 | TI Mundurucu | PA |
| 6 | TI Pirahã | AM |
| 7 | TI Rio Biá | AM |
| 8 | TI Araribóia | MA |
| 9 | TI Coatá-Laranjal | AM |
| 10 | TI Krikati | MA |
. A pesquisadora Bianca Santos alerta que o avanço compromete a segurança alimentar e as práticas culturais de populações tradicionais.
Para antecipar a devastação, o Imazon utiliza uma metodologia de mapeamento em células de 10 por 10 km. Essa técnica permite identificar a concentração de desmatamento em raios específicos, servindo como um sistema de aviso prévio para a proteção de territórios críticos na Amazônia Legal

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Com informações do Portal Amazônia.