Entre as ruas coloridas de azul e vermelho para o Festival Folclórico de Parintins, a Torre da Catedral de Nossa Senhora do Carmo se destaca como um dos passeios mais procurados. Com mais de 40 metros de altura e 162 degraus, o local oferece uma perspectiva privilegiada da ilha e do Rio Amazonas, unindo história, religiosidade e turismo

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A subida é considerada desafiadora, mas recompensadora. Para a parintinense Marisa Sarraf, a visita era um sonho antigo: “Nunca visitei a torre, era uma vontade muito antiga, era um sonho… Hoje a gente veio com essa intenção, porque é uma conexão com a nossa religiosidade”. Ela destaca que, apesar do cansaço, a vista de todos os ângulos da cidade “vestida de azul e branco, vermelho e branco” é um convite para todos.
Construída entre 1969 e 1981 por José Ribeiro e Simão Assayag, a torre passou por modernizações, substituindo degraus de madeira por concreto

. Um detalhe curioso é a vibração da estrutura durante o toque dos sinos, especialmente ao meio-dia, experiência que a secretária da Catedral, Graziele Ribeiro Belém, descreve como interessante para os visitantes.
Para quem planeja a visita, a torre funciona das 8h às 21h durante a semana do Festival Folclórico, sem interrupção para almoço. O visitante José Bismarck, que retornou ao local com a família, reforça que a experiência vale o esforço físico: “A vista lá de cima compensa todo o desgaste físico de subir. São mais de 160 degraus, mas vale a pena chegar lá em cima e ver toda a ilha”

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A iniciativa faz parte do projeto “Vamos Brincar de Boi”, da Fundação Rede Amazônica (FRAM) com apoio do Governo do Amazonas, que visa valorizar a cultura popular e preservar a memória do Festival Folclórico de Parintins


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Com informações do Portal Amazônia.