Copa 2026: França lidera ranking de seleções mais valiosas do mundo

A preparação para a Copa do Mundo de 2026 já movimenta não apenas torcedores, mas também cifras astronômicas no mercado financeiro do esporte. Com o início da disputa marcado para 11 de junho, a análise do valor de mercado dos atletas revela a disparidade econômica entre as 48 seleções participantes.

A França consolida sua hegemonia financeira e técnica. Além de liderar o ranking da FIFA, que mensura o desempenho esportivo internacional, a seleção francesa detém o elenco mais caro do planeta. Somados, os atletas convocados totalizam 1,53 bilhão de euros, montante que, convertido pela cotação de 28 de maio, equivale a R$ 9 bilhões.

Logo atrás, a Inglaterra aparece como a segunda força econômica do torneio, com um plantel avaliado em 1,32 bilhão de euros, o que representa aproximadamente R$ 7,78 bilhões. A diferença de valor entre as equipes reflete a alta demanda do mercado europeu por jogadores de elite, onde os salários e as taxas de transferência atingem patamares recordes.

O Brasil, tradicional potência do futebol, ocupa a sexta posição no ranking de valorização. O elenco brasileiro é estimado em 912,2 milhões de euros, totalizando R$ 5,37 bilhões. A seleção brasileira fica atrás de França, Inglaterra, Espanha, Portugal e Alemanha em termos de capital humano valorizado.

Para a definição desses números, foram utilizados dados do site Transfermarkt, referência global em estimativas de valor de mercado. A metodologia da plataforma não se baseia apenas em números frios, mas analisa a demanda do mercado, considerando variáveis como idade, desempenho técnico, potencial de valorização futura, salários vigentes e o tempo restante de contrato dos jogadores.

No nível individual, a concentração de riqueza é evidente. Kylian Mbappé (França), Lamine Yamal (Espanha) e Erling Haaland (Noruega) dividem o topo da lista, com valores estimados em 200 milhões de euros cada, ou R$ 1,17 bilhão por atleta. Já o jogador brasileiro mais valorizado é o atacante Vini Jr., com um valor de mercado de 150 milhões de euros, equivalentes a R$ 882,5 milhões.

Ao analisar o grupo das dez seleções mais caras, o volume financeiro é impressionante: juntas, elas somam mais de R$ 57 bilhões em valor de mercado. Esse montante evidencia como o futebol se tornou um ativo financeiro de alta liquidez e valor agregado no cenário global.

Com informações do G1

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