Pesquisadores usam IA Claude para invadir sistemas da OpenAI
Especialistas usaram a IA Claude da Anthropic para invadir contas de funcionários da OpenAI em um exercício autorizado de identificação de vulnerabilidades.
Especialistas usaram a IA Claude da Anthropic para invadir contas de funcionários da OpenAI em um exercício autorizado de identificação de vulnerabilidades.
Líderes da OpenAI, Google e Anthropic buscam cooperação para mitigar riscos de segurança e defendem ritmo mais lento no avanço da inteligência artificial.
Jacob Coxon deixa o setor de IA e alerta que a corrida por modelos que se autoaperfeiçoam pode colocar a humanidade em risco até o fim da década.
Dario Amodei, CEO da Anthropic, propõe plano de três etapas para moderar o avanço da IA e garantir maior segurança contra usos indevidos e ataques cibernéticos.
Anthropic interrompe operações de vigilância estatal da China e Irã e bloqueia tentativas de uso de IA para criar armas biológicas e golpes online.
Relatório da Anthropic indica que IA Claude foi usada no Iêmen para projetar mísseis de longo alcance e armas hipersônicas, embora sem sucesso operacional.
Empresa de IA Anthropic bloqueia tentativas de países como Rússia e China de usar o Claude para criar propaganda e desenvolver armas biológicas.
Ex-pesquisador de IA acusa OpenAI e Anthropic de agir sem responsabilidade e alerta que a tecnologia pode ser letal até o fim da década.
Sony e Warner pedem até R$ 780 mil por obra em processo contra a Anthropic, acusando a empresa de piratear músicas para treinar o chatbot Claude.
Para se adequar a leis europeias, o assistente Claude passará a identificar conteúdos gerados por IA em todo o mundo, incluindo textos e imagens.