Super El Niño pode encarecer alimentos e impactar a economia global
Fenômeno climático no Pacífico pode reduzir a oferta de alimentos, elevar preços ao consumidor e gerar gastos bilionários em reconstrução de infraestrutura.
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IBC-Br cresce 0,2% no 2º trimestre, revelando desaceleração da economia brasileira. Indústria e agro subiram, mas serviços recuaram.
Consumidores residenciais e rurais terão desconto automático na conta de luz em agosto devido ao bônus de Itaipu, auxiliando no controle da inflação mensal.
Relatório da EIA indica que cortes na produção de petróleo no Oriente Médio devem durar até 2027, elevando custos de energia e pressionando juros globais.
Marcelo Noronha, presidente do Bradesco, defende a redução da taxa de juros ainda este ano, citando a inflação, mas alerta para riscos climáticos e geopolíticos.
IPCA registra alta de 0,07% em junho. Alimentos consumidos em casa caíram 1,14%, mas refeições fora de casa ficaram mais caras. Veja a lista completa.
Mercado reduz estimativa de inflação para 2026 para 5,02% no Boletim Focus. Veja como isso impacta seu bolso e as previsões para os juros e o PIB.
Irã apresenta lista de exigências aos EUA para reabrir o Estreito de Ormuz, rota por onde passa 20% do petróleo mundial, elevando riscos de inflação global.
Super El Niño deve pressionar preços de alimentos em 2027. Inflação alimentar pode chegar a 11% no pico, impactando arroz, feijão e proteínas animais.
Copom reduz a taxa Selic para 14% ao ano, quarto corte consecutivo. BC mantém cautela com cenário externo e metas de inflação para os próximos anos.